Terça-feira, 18 de setembro

Dia gelado, molhado. bom para treino externo. Rodei 6km em ritmo médio (cerca de 6’10” cada km). Já estou conseguindo “aumentar” a velocidade. Não me sinto cem por cento confiante. Os treinos não ficam tão relaxados pois foco bastante na sensação dos músculos inferiores, depois de tantas ocorrências.

Às 7h30 fui ao Bosque para nossa tradicional ginástica chinesa . Fui só, devido a alta umidade, friagem, baixa temperatura : os inimigos de X.

Agora, onze e tanto, enquanto espero o almoço vou tomando meu mate e está rolando a aula de educação física de X, até meio-dia e meia.

Pelo andar da carruagem, hoje não saio mais de casa, a menos que ela invente alguma compra de última hora : é seu passatempo favorito – ir ao supermercado. Aguardemos…

Segunda-feira, 17

Treino de hoje : começando os treinos de pista, de velocidade. O nome é bonito mas não saiu grande coisa.

Explico : começou com o dia chuvoso, que impede treinos de pista, seja porque elas ficam encharcadas, seja porque os administradores pedem para que não sejam usadas, evitando danificar o piso.

Sendo assim, passei a manhã esperando que parasse de chover para ir pelo menos a algum parque.

Nada feito. O recurso foi novamente a esteira da academia. Já fui com uma certa preguiça pelo dia frio e chuvoso.

Vencida a inércia, fiz o aquecimento de 1km de rodagem leve, seguida de 6x 400m em 2min cada, com 1 minuto de descanso andando entre eles. Finalizado com 1,6km de rodagem leve num total de 5km.

De volta para casa, tomo chá com umas bolotas de fubá que X fez e levo a menina para a rodoviária, rumo à casa dela, a duas horas de busão.

Agora, descanso e escrevo. Ouço música no Spotify, assinatura brinde do genro 2.

São 17h30 e vai indo tudo bem. Vai, não. Estou parado. Explico novamente :  já estou deitado e vou ler dois novos livros comprados para ebook : um de Alice Munro, uma velhota muito legal, canadense, prêmio Nobel de literatura de poucos anos atrás. São histórias singelas do cotidiano mas densas e surpreendentes.

O outro, do escritor brasileiro Lourenço Mutarelli, autor de quadrinhos e peças teatrais modernas.

O livro trata de personagens simplórias do centro de São Paulo.

Cada livro tem seus encantos. Vou morrer sem conseguir ler tudo que gostaria.

Domingo, 16

Sem treinos porque hoje é domingo, dia em que descanso das atividades físicas.

Normalmente nem saio de casa mas comecei o dia às 8h levando a menina para seu curso de extensão, igual a ontem.

Sempre nos sábados e domingos ela tem esse assunto. Hospedando-se conosco, costumo levar e buscar de carro às 8h e 18h, respectivamente.

Na volta, levei X ao supermercado. Não gosto de fazer compras aos domingos mas, às vezes, concordo.

Aproveitou para comprar mais algumas bugigangas na loja Maravilha do Lar (credo, que nome…) e ainda uns frascos de tinta para cabelo na drogaria.

Trata-se de uma gosma que substitui a cor dos fios brancos deixando-os vermelhos. Não sei qual é a vantagem, além de gastar 30 reais cada demão.

Enfim, gosto não se discute.

Talvez seja por despeito já que os meus estão ainda com a cor original ahahahahah…

Quinta e sexta-feira, 13 e 14

Ontem, quinta, fomos cedo à ginástica. Mais animada, dispensou a cadeira e a bengala. Devagarinho, cerca de 200 metros, chegamos lá. Uma hora de exercícios de respiração e alongamento, sob os olhares curiosos dos saguis que passeiam nas árvores. Frequentemente eles descem – são miudinhos – pelos troncos e observam nossos movimentos.

Terminada a sessão, abraçadas as amigas, conversas lá e cá, passamos na farmácia para mais uma sacolada de remédios ($118), mais a feira ($100 e tantos também) e volta para casa.

Teve sua aula de terapia das 11h ao meio-dia, enquanto fui buscar dois almoços aqui perto (mais 38$). Mate e jornal, limpeza da cozinha e área de serviço, aí incluindo as bagunças da gata, tudo seguido de um cochilo até perto das 15h, quando então fui à musculação.

Treino pesado e vigoroso, volto às 5 da tarde e faço meu chá verde. Daí em diante é só TV, dois episódios de “Atypical” e mais um filme de comédia.

Um pouco de conversa com os netos via Facetime e acomodo-me com as palavras cruzadas do Estadão, mania que tenho de resolvê-las antes de dormir.

Um sono povoado de sonhos e pesadelos, culminando com a chuva benéfica da madrugada. Sim, choveu depois das 4 da manhã, leve mas suficiente para melhorar em muito a qualidade do ar.

Aproveitei para ficar deitadão até 7h30, esperando o café. Quando saltei, já estava pronto.

Já que estava chovendo, fui de carro à academia para fazer meu treino de 6km, na esteira, enquanto a chuva tirava a poeira do carro. Nunca levo este carro para lavar. Acho um desperdício de água e dinheiro, 45 reais, para logo sair e enfrentar estas ruas muito sujas e empoeiradas. Se chover, deixo-o na rua e depois limpo-o por dentro, na garagem, e só. Perdi o entusiasmo antigo de ficar alisando carro.

Fiz a rodagem de 6km em 40 minutos e logo estou de volta para o sossego de casa : mate, jornal, almoço, blá, blá, blá…

Estou escrevendo devagar e em paz porque o treinador está aqui, atendendo-a. Esta hora é uma das melhores do dia : silêncio e sem interrupção. Vocês compreendem, não?

Quarta-feira, 12

Meu dia começou cedo, às 5h30, indo ao aeroporto buscar a menina que retornava da viagem de 12 dias com a irmã e sobrinhos.

Já às 8h, fiz meu treino de 6km de rodagem no plano. Saí preocupado com as dores de ontem mas, felizmente, nada aconteceu e o incômodo praticamente sumiu. Ainda não está grande coisa mas acho que vai melhorar mais ainda, afastando minha suspeita de retorno da fascite plantar. Tomara…

Às 10h já estava descansando e tomando mate, entremeado com um tanto de sonolência pois acomodei-me mais tarde que de costume e acordando bem cedo.

Já recuperado, às 14h30, voltei à academia para a sequência de exercícios especiais de reprogramação neural e fortalecimento de cadeias musculares.

Às 17h, vou à rodoviária levar a menina, que retorna para sua cidade. E, agora, finalmente, descanso e tomo meu mate.