Aniversário do irmão em Curitiba : 71 anos. Desta vez não pude ir, por conta da eleição. Liguei para ele às 11h, trocamos algumas palavras. É difícil entender o que ele fala, é difícil para ele conversar pois falta-lhe forças.
Consegui entender que recebeu o presente que mandei.
Hoje cedo, às 7h, fomos ao Clube Nipo-Brasileiro para ensaio de apresentação de nossa ginástica, que deverá acontecer em 4 de novembro, para comemorar 110 anos da imigração asiática.
Apesar dos pesares, M consegue acompanhar “malemal” a execução.
O importante é sentir-se capaz e ter vontade de ir comigo. Teremos novos ensaios nas quartas e sextas.
Na volta, fiz meu treino : apenas 4km de caminhada em ida e volta ao centro, para encomendar um bolo de aniversário para a mais nova, neste domingo. Vem para votar e faremos a reunião aqui em casa mesmo.
No caminho, parei para conversar com um morador de rua. Tinha visto, dias atrás, um cão preto, bem cuidado, de coleira, correndo sozinho numa avenida.
Imaginei-o extraviado mas hoje o reconheci com este cidadão. Por isso, abordei-o para esclarecer esse fato.
Tenho uma estratégia para conversar com essas pessoas, sem parecer intrometido : basta elogiar “que cachorro bonito” e já se derretem todo.
Perguntei o nome do cachorro : Duque de Caxias. Devido ao nome da rua onde moram. Na rua, mesmo. É uma rua ali perto, central.
Comentou que se vi o cão sozinho é porque ele o solta em trechos de menor movimento, menos tensos – expressão que usou.
Despedi-me e segui. Com jeito, sempre é uma conversa boa. Às vezes é só isso que eles querem.