Após o treino, um passeio pela rua XV, seguido de corte de cabelo na Galeria Andrade.
De volta, tomando mate e contando histórias.
Após o treino, um passeio pela rua XV, seguido de corte de cabelo na Galeria Andrade.
De volta, tomando mate e contando histórias.
Às 7h levei o cãozinho à rua. Rodamos 2,3km e deixei-o em casa mas logo saí, antes do café, para minha rodagem oficial, hoje de 4km.
Estava em descanso desde segunda- feira para recuperação da prova forte de domingo.
Treino agradável, leve, com temperatura boa, céu nublado, aqui pelas adjacências.
De volta às 8h, faço meu café e organizo minha roupa.
Agora pego o busão e vou ao centro dar um passeio.
Dormi mal, pesadelos, durante apenas 4 horas.
Acordei cedo, levei o cão à rua durante 2km e fiz café.
Fiquei a manhã toda em casa, muita chuva o dia todo.
Às 15h, fomos à meditação e de lá à casa do outro irmão. Um cafezinho, pouca conversa no limite dele, ajuda para alguns na formulários da Petros e voltar para casa.
Mas a chuva forte me impede de ir até o tubo D.Pedro, então vou ter que esperar mais um pouco.
Cá estou, pós viagem. Cheguei às 19h, pois saímos com atraso de SP. Mas a viagem foi tranquila. Demorei um pouco para chegar ao aeroporto, visto meu plano de usar o trem da Luz ter pifado.
O trânsito entre Perdizes e Luz demorou um pouco mais que o previsto e perdi o embarque das 14h. O próximo sairia às 16h, tarde demais.
O recurso foi pegar um táxi no centro de SP e desperdiçar 80 reais além dos 25,00 do primeiro trajeto.
O barato sai caro, mais uma vez. Tinha calculado gastar 12,00 entre metrô e trem, saiu dez vezes mais.
No caminho, o aviso da morte de uma das últimas tias, em SC, aos 102 anos.
Do aeroporto, vim para o apartamento do irmão mais novo. A irmã tinha ido cedo para MG visitar filho, nora e neto, que completa 7 anos esta semana.
Amanhã começa minha maratona de visitas. Espero que não chova tanto quanto está previsto.
Boa noite, pessoas. Até amanhã. Tenham todos bons sonhos e acordem bem dispostos.
Estou aqui de volta, com boas notícias. Concluí dignamente a meia-maratona hoje em 02:08:41 para 21,1km.
Minha expectativa era de até 2h12 mas consegui um tempo melhor.
Fiz os primeiros 10km em 1h01min, base de 6min cada km, projetando um tempo alto pois normalmente faço esse trecho em 58min.
Mas na segunda parte consegui encaixar um pace mais rápido, fazendo kms em 5’50”.
A partir do km 19 o cansaço bateu e pensei em andar rápido em vez de trotar lento. Arrisquei andar 1min e correr 3 alternadamente. E funcionou pois terminei com certa sobra.
Não curto mais fazer esforço extra sob pena de lesionar ou passar mal. Priorizo a cautela para terminar em segurança. E hoje, mais uma vez, esta estratégia revelou-se inteligente e segura.
De modos que o cronograma foi assim :
Dormi cedo, nem sei a hora que comecei pois adormeci com a luz acesa. Contou-me o anfitrião que era lá pelas nove e meia quando me percebeu dormindo e apagou a luz.
Acordei às 5h, sem saber se o relógio e o smartphone foram alterados para o horário novo. Acionei o GPS integrado e confirmou estarem já ajustados.
Fiz café, comi uma banana com mel e granola, tomei um copo de suco de laranja e só. Levei na mochila duas fatias de pão, uma banana e duas mariolas (doce de banana), além da garrafada caseira com limão, mel e sal.
Chamei o Uber às 6h10 por 10 reais e cheguei à arena com bastante antecedência, a tempo de circular, mandar uma foto para dona Q, deixar meus pertences no guarda-volume e aguardar a partida às 7h.
Largada pontual sob garoa, que logo parou. E aí foram 21km de subidas e descidas pelo centro de SP, concluindo em pouco mais de duas horas sem me matar.
Descansei um pouco, reuni meus pertences : medalha, lanche, água. Cumprimentei alguns conhecidos e logo inicei o caminho de volta para casa, a pé, por mais 3km, tomando água e enfrentando aquelas ladeiras e descidas de Perdizes.
Mas cheguei bem disposto para me recompor, lavar minha roupa, hidratar e finalizar com um mate bem quente.
O almoço às 13h : pão, queijo e presunto, suco de laranja e água de côco.
Agora, 14h, descanso e escrevo, de olho nas redes sociais, onde meus amigos curtem, comentam e me cumprimentam pela conclusão da prova.
É isso : mais uma meia-maratona bem sucedida, a de número 38, se não estou enganado. Vou conferir nas planilhas e, se necessário for, corrigirei aqui.
Até breve, um ótimo domingo a todos.
Começando o dia : chove sem parar, a temperatura caiu, início de viagem a SP.
São 9h49, estou no busão, poltrona 4, categoria idoso.
Vim até o ponto via Uber dividindo com a menina, que seguiu para seus compromissos profissionais.
Dei 5 reais para um mendigo tradicional deste ponto. Igual a tantos outros moradores de rua, está sujo e molhado. Conectado pela esmola, puxa conversa sobre o ônibus. Conversamos um pouco, acho que curte a atenção mais que o 💰.
10h30 – viagem tranquila, chove sem parar, trânsito excepcionalmente fluido, sem incidentes. Desci no ponto do Piqueri, embarquei no táxi. Trinta reais mais tarde tinha deixado a bagagem no prédio e voltado para o shopping para pegar o kit.
Estranhei a falta de movimento na loja. Na verdade não havia entrega nenhuma. Consultei meus e-mails e percebi que estava enganado pois seria em outra loja da Centauro no shopping West Plaza, ali perto.
Lá vou eu andar na chuva uma meia dúzia de quadras até encontrar o lugar certo. Uma fila imensa, que calculei pelo menos uma hora de espera para chegar minha vez.
Mas foi mais simples, embalada pela conversa divertida com as pessoas ao lado. Chegando minha vez percebi mais uma burrada – e de alguns colegas – pois estava encoberta a fila preferencial.
Tudo bem, não foi prejuízo nem tao difícil esperar.
Recebi a sacola com o chip, camiseta, folhetos promocionais e brindes, entre os quais cinco vidrinhos de esmalte.
Esmalte? Pois é. Brinquei que devia ser um smartphone mas veio só o smart.
A chuva continuando, resolvi almoçar ali mesmo. E, em seguida, de táxi, cheguei ao endereço tradicional onde me hospedo. Emendei um chimarrão fora de hora e a prosa familiar.
Pelas cinco da tarde desci ao supermercado defronte ao prédio para abastecer o jantar especial e o café da manhã : simplesmente pão, queijo e presunto, água de côco e suco de laranja. Não preciso de mais nada até amanhã ao meio-dia.
Uma conversa com a patroa via Facetime e sossego total.
Banôte. Vou me acomodar, ler e pensar na vida.
Amanhã confirmo minhas histórias, tomara que com bom resultado na prova de 21km.
Treino de hoje : 4km de rodagem moderada, às 8h30, aqui perto.
O resto da manhã fiquei em casa em atividades domésticas de limpeza, arrumação e trabalho no computador.
A menina chegou às 12h30 e saímos para almoçar, desta vez num lugar melhor que habitualmente. Apenas mais variedade, mas no sistema tradicional de pesar o prato.
É num mini-shopping central, onde ela teria consulta odontológica.
Mas não consumo grande coisa, apenas 400g quando habitualmente chego a 800g cada vez.
Não que fosse ruim – ao contrário, bem apresentável e variado – mas me incomodou o barulho excessivo de conversas e talheres, por falta de isolamento acústico. Aquele barulho de galpão sem forro, sabem como?
Voltei para casa (10 reais por uma hora de estacionamento) à espera de ela me chamar ao fim da sessão.
Mas não chamou e voltou a pé para espairecer, explicou.
Nesse meio de tempo arrumei a mala para amanhã e a outra semana.
Passei um café, continuamos nossa conversa de sempre e agora se mandou para outro compromisso, devendo voltar às 21 e tanto.
Vou agora buscar um lanche para sua volta.
Atividades do dia : ginástica às 7h30 e caminhada de 3km à tarde. Os treinos vão declinando à medida que se aproxima o dia de uma prova longa. No caso, a Meia Maratona de São Paulo neste domingo, às 7h, em frente ao Estádio do Pacaembú.
Esta caminhada inclui passar na agência de ônibus, onde requisitei uma passagem gratuita para sábado às 9h30. Pretendo descer na Marginal Tietê altura da Ponte do Piqueri, onde pego um táxi até Perdizes. Deixo a bagagem em casa do irmão e vou buscar o kit na loja Decathlon do Shopping Bourbon, da Avenida Pompeia.
Passo o resto do dia em descanso no apartamento. Indo bem na prova de 21km do dia seguinte, permaneço aí durante o domingo para embarcar rumo ao Sul na segunda-feira às 17h.
Conto toda essa história para explicar que deixo de usar o carro nesses deslocamentos, evitando o atual xarope de estacionar, pagar pedágio, ser extorquido pelos guardadores de rua, sinto-me mais seguro num veículo gigante em vez de um carro miúdo a disputar espaço com malucos em geral.
O plano é bom. Tomara que funcione.
Fiz compras também. Lá vai : uma antena interna de TV, fone de ouvido, pilhas AAA e gastei 50 reais.
Almoço e mais material de geladeira : 50 reais.
Supermercado : comprinhas para a menina, que ficará uns dias por aqui e lá se vão mais 105 reais.
Dia chuvoso. Saltei cedo e parti para o laboratório a fim de fazer meus exames de rotina. Tudo certo.
Treino de hoje : a chuva parou às 10h e aproveitei para ir ao Bosque, aqui perto, e fiz os tiros de 200m x 200m x 9.
Cada um saiu em 1’08” tempo muito alto. Deveria ser em 55 segundos. Por ser uma pista irregular – asfalto, curva – talvez justifique.
Quando é treino presencial, o treinador conta o tempo a cada tiro e, assim, é possível ir ajustando.
Sozinho, não tem jeito mesmo. Não é possível correr e cronometrar. Só fico sabendo do resultado ao final do treino quando passo para o computador.
Aí é tarde. Mas tudo bem. Valeu o esforço.
À tarde fui ao luthier para troca de cordas de um dos violinos. Trânsito difícil para chegar e voltar, visto as obras infindáveis dos novos modais de busão para esta cidade.
Quando ficarão prontos? Só Deus sabe. Obras públicas tendem a ser infinitas.