Domingo, 13

Dia de descanso. Passeio à tarde na casa da família do genro. Conversa variada e sorvete, que ele faz com maquinário próprio. É seu hobby.

Dia de intenso calor.

O irmão 1 manda notícias de Salvador, a trabalho em congresso.

A irmã em Diamantina-MG, em visita ao filho 2, nora e neto.

Liguei, como de costume semanalmente, para os irmãos 2 e 4 no Sul.

Conversa divertida com os netos, de manhã cedinho, pelo Facetime.

Bom domingo, quase terminando, a todos.

Sábado, 12

Grande treino : 17km de rodagem do Parque, com três voltas externas e uma interna.

A externa mede 4,8km e a interna tem 2,7km.

Muito sol e calor. Fui bem até o km10, fazendo abaixo de 7min cada. A partir do 11 fui mais devagar porque bateu o cansaço.

Andei um pouco entre um e outro km mas terminei a tarefa.

Saí com 75,3kg e voltei com 73,9km, apesar de tomar bastante água e meu repositor caseiro mas ao final precisei de um Gatorade pois estava ficando zonzo por falta de sal.

Logo me recuperei. Fomos com dona S, que andou um bom trecho.

Descanso e meditação à tarde.

Sexta-feira, 11

A história de ontem não terminou. Estava contando que fiquei no BB uma hora esperando até ser chamado.

E sair de mãos abanando porque o atendente, apesar da boa vontade, não conseguiu acesso aos dados que eu necessitava.

Saí dali aborrecido, vendo a carreira perdida. Paguei 15 reais de estacionamento e voltei à Receita para contar a desventura. Isto feito mas não conformado, retornei ao TRT para mais uma tentativa.

E aí funcionou. Pois finalmente o gerente entendeu o que eu precisava. Achou o processo – Relação de pagamentos feitos – imprimiu e cobrou 35 reais por duas folhas de papel.

O pior é que, não aceitando cartão de débito – fui obrigado a nova caminhada ao Santander para sacar cinquentão. Não carrego dinheiro comigo.

Meia hora depois volto à Receita e finalmente entrego os documentos que faltavam.

E tudo isso para quê? Para corrigir um lançamento dúbio do nosso prezado advogado curitibano.

Saldo da história : gastei, andei o dia inteiro de carro, perdi meus treinos, imprimi e gastei um monte de papel, cansei.

Contribuição para o mundo : zero.

Funcionários, bancos, atendentes, eu : ninguém produziu nada de útil durante um dia inteiro. Coisas da vida.

Hoje levantei disposto a fazer meu treino direitinho. Comecei me pesando. Zero. Acabou a bateria da balança. Comecei bem o dia.

Fui comprar, paguei 4,50 por uma pastilha. Da loja, saí correndo para fazer o treino de 6km. Tudo certo.

Até que enfim alguma coisa funcionou. A balança também, marcando 75,2kg.

Para não dizer que tirei um dez, um barulho forte no vidro esquerdo do carro, denunciando problema na máquina.

Lá vou eu, antes do mate, levar para conserto. E vão-se 120 reais.

Volto andando mais 2km. E agora mais dois para ir buscar quando pronto.

Mas está tudo bem. Estou vivo e funcionando. Viva!

Quinta-feira, 10

Dia de pagar contas, bem cedinho, pelo App, fácil, fácil.

Ginástica às 7h30 para harmonizar o interno e o externo, corpo e mente, respiração ao ar livre debaixo das árvores.

Receita Federal : às 9h esperando a auditora fiscal. Atendeu-me cordialmente mas refugando meus documentos. Quer outros, a pedir no Banco do Brasil.

Não sou cliente. Não faz mal, qualquer agência tem obrigação de fornecer.

Tudo bem, lá vou eu no outro extremo da cidade, onde fui na última vez. Andar um tempão sob o sol pois achar um lugar para largar o carro, quem há de?

Finalmente chego na agência. Mas que só abre ao meio-dia.

Mais uma caminhada até outra pois não compensa pegar o carro.

Não, senhor, não podemos lhe atender. Isto aqui não é uma agência.

Não? É um posto e nossa autonomia é reduzida.

Caminhada até o carro, de carro para casa. Contar toda esta história à dona Z.

Sair novamente até outra agência. Também não. O sistema está fora do ar, nada está funcionando.

Volta para casa, mate e almoço.

Vamos à agência central, deixando o carro no estacionamento sabe-se lá quantas horas se o tal sistema resolve voltar.

Na agência. Sim, está funcionando. Pego a senha e vou ao 2o.andar, dando de cara com uma multidão.

A que horas sairei daqui, se resolvida minha pendência, e que devo levar ainda hoje à Receita?

Vamos aguardar. Paciência.

Ontem ficamos até dez da noite no velório. Uma tristeza só, meu amigo de longa data, da primeira turma de operadores de 1971, agora viúvo.

Quarta-feira, 9

Um dia triste, com a notícia da morte da esposa de um amigo, antigo colega de trabalho.

Iremos ao velório às 18h, aqui perto.

De manhã, sessão costumeira de fisioterapia, meio a meio entre apertões e aparelhos, seguidos de exercícios moderados.

Pensei em fazer uma parte da corrida de rua mas fui desautorizado pela terapeuta e por esse infortúnio descrito no início.

Assim, permaneço a maior parte do meu tempo a corrigir um longo texto de 250 páginas, xarope que só ele, mas originais de um livro, segundo a autora.

Não imagino quem vá ter paciência de ler tamanha catadupa verborrágica.

Lamentável. A pessoa escreve mal e se imagina escritora.

Não que eu seja melhor. Mas, pelo menos, não me arvoro em publicar e ” se achando” escritor.

Enfim, fiz-lhe algumas críticas, que já não apreciou. Fazer o quê?

Cheguei sofrendo até a página 138 em dois dias. Faltam sessenta. Valha-me, Santo Expedito!

Segunda e terça, 7 e 8

Ontem, fisioterapia mesmo. Não consegui fazer nenhum exercício tamanha a dor no lombo, vítima da contratura do quadrado lombar.

Fiquei uma hora nas massagens, choques e alongamentos.

E saí todo dolorido e capengando.

À tarde, uma incursão ao contador para mais trâmites da declaração retida de 2016, graças a um descuido daquele advogado da Barão.

Estou penando até agora com essa história sem fim, de um lado para outro, à cata de documentos, cópias, certidões.

Lá se foi a tarde toda neste mister.

E hoje, terça-feira, continuou.

Hoje, das 6 às 7h, corrigi um texto.

De bom, houve a ginástica das 7h30.

Às 9h, voltei à contadora após nova visita à Receita Federal.

De volta, almoço e descanso, seguido de dentista, terminando o retratamento do canal, das 4 às 5 da tarde.

Volta para casa, curtindo a chuva benfazeja que o céu nos brinda. Sempre é uma satisfação quando chove : ar limpo, respiração descansada.

Mas perdi meu treino pois faltou tempo. Fica para amanhã, com chuva ou não.