Hoje é uma data emblemática : 11 de Setembro, quando há onze anos assustavam-nos duas trágicas notícias.
Chegando em casa às 10h, vindo da universidade onde costumava levar a filha mais nova, ouvi uma vizinha contando do assassinato do nosso prefeito.
Subi para o apartamento e vi o exato momento da destruição da destruição das Torres Gêmeas.
Tinham se passado poucos dias desde que a filha mais velha partira para o Canadá, a iniciar o intercâmbio estudantil.
Assustador, tudo muito assustador.
Hoje, entretanto – como tudo nessa vida – são apenas lembranças.
Pulei da cama às 5h30 : banho e café forte.
E fomos hoje às 7h30 ao Bosque para a ginástica e comemoração de aniversário do professor, nos seus 74 anos.
Levamos duas térmicas de café e uma bandeja de pão de queijo, que X preparou às 6h30. O café é de minha autoria.
Todos trazem um prato e fazemos o café da manhã comunitário. O presente é em dinheiro, arrecadado durante um mês. Contribuí com 50 reais.
Fomos de carro (três quadras) e lá dentro, andando lentamente. Refugou a cadeira de rodas que levei no porta- malas preventivamente.
Às 10h fui à musculação. Mais tranquilo, por serem séries menores, de 15 repetições, ocasião em que posso aumentar os pesos.
Almocei bem, aquilo que realmente gosto : panquecas com molho bolonhesa.
Lavei a louça, limpei o piso da cozinha e aparelhos do gato.
Agora descanso e escrevo, durante a sessão de terapia de X.
Surgiu-me há dois dias uma dorzinha incômoda e antiga, na planta do pé esquerdo, tipicamente de fascite plantar, que me judiou, me fez gastar uma grana preta, me deixou sem correr por seis meses.
Se ela evoluir, paro tudo e encerro minha “carreira de atleta”. Não quero mais saber de médicos, remédios, exames, fisioterapia. Cansei dessa parada.