Quinta-feira, 12

Sem treino. A dor reduziu quase totalmente. Prefiro esperar hoje e amanhã sem treino para avaliação na segunda-feira quando estiver em casa.

Vou marcar hora na fisioterapia para diagnóstico.

Passei a manhã em casa. Saímos para almoço, onde costumo ir sempre e pago a conta, sob protestos da cunhada.

Após, elas foram a uma loja e ao ourives na Galeria SA buscar a aliança reformada. Ficou aberta igual um bracelete mas assim é possível usar.

Lá se foram 70 reais.

Enquanto isso subo a Inácio Lustosa até a Lidifarma. Compro-lhe o óleo de alecrim e, para mim, uma pomada de arnica para esfregar nas canelas doloridas.

Volto ao Passeio Público, embarco no Expresso até o Estação. Dali, uma caminhada até a Avenida Iguaçu, onde compro 3kg da Nova Legendária, a 20 reais o pacote: um para mim, outro para a cunhada, o terceiro para o guri.

Revisei dois longos textos-tese e agora vamos para mais um interminável café da tarde, em visita a parentes de dona U, aqui perto, na Saldanha.

Amanhã cedo vou embora.

Treino perdido

Comecei bem e tranquilo às 7h30 nesta quarta-feira nublada, com destino ao Jardim Botânico, para fazer 8km leves.

Foi bem até o 4km quando comecei a sentir a dor na panturrilha direita novamente. Não pude continuar para não agravar a contratura que estava se formando.

Parei no parque, alonguei, descansei.

Voltei andando devagar com dores.

Ainda saí novamente até a rua XV para comprar a torta de aipim que levarei à tarde ao café do irmão.

Terça-feira, 10

6h30 – pagamento dos treinadores, via web.

Faço café, tomo dois goles, saio no frio da manhã para meu treino, adiado de ontem devido à chuva, ao frio, ao cansaço.

Hoje rende bem. Vou em aquecimento até a Cândido de Abreu e, finalmente, encontro o meu bambu. Fotografo, volto ao Passeio, faço os tiros de 300m x 100m x 6.

Meia hora após, retorno para o banho e café.

Às 9h30 vou de expresso à Água Verde, atender os assuntos Petros do irmão e lá fico, para o mate, até o meio-dia.

Almoço caseiro e logo saio até a rua XV, passando na CF, onde tiro duas fotos de lembrança.

Dali até a praça Osório, na Livraria Curitibana ou Curitiba, não lembro o nome certo, para comprar o último livro de Chico Buarque “Essa Gente” para presentear a irmã pelo aniversário de 63 anos, dias atrás.

Levo-o até sua casa e deixo o presente na portaria pois tinha saído. Volto de busão à Estação Central e, dali, até o Santander para sacar uns trocados dando 2 reais a um pedinte.

Volto para casa e descanso aguardando as duas voltarem das compras no Mueller.

Café e sossego é o que me faz bem, enquanto escrevo meus relatos.