
Cranberries


Uma tentativa de treino. Não deu certo. Senti novamente a panturrilha engruvinhando logo ao iniciar.
Segunda-feira volto à fisioterapia.
Hoje fico só na meditação.
A tendência é sombria. Mas vou a São Silvestre nem que seja para andar.
São 7h e estamos saindo para o aeroporto, de volta para casa.
Sem treino. A dor reduziu quase totalmente. Prefiro esperar hoje e amanhã sem treino para avaliação na segunda-feira quando estiver em casa.
Vou marcar hora na fisioterapia para diagnóstico.
Passei a manhã em casa. Saímos para almoço, onde costumo ir sempre e pago a conta, sob protestos da cunhada.
Após, elas foram a uma loja e ao ourives na Galeria SA buscar a aliança reformada. Ficou aberta igual um bracelete mas assim é possível usar.
Lá se foram 70 reais.
Enquanto isso subo a Inácio Lustosa até a Lidifarma. Compro-lhe o óleo de alecrim e, para mim, uma pomada de arnica para esfregar nas canelas doloridas.
Volto ao Passeio Público, embarco no Expresso até o Estação. Dali, uma caminhada até a Avenida Iguaçu, onde compro 3kg da Nova Legendária, a 20 reais o pacote: um para mim, outro para a cunhada, o terceiro para o guri.
Revisei dois longos textos-tese e agora vamos para mais um interminável café da tarde, em visita a parentes de dona U, aqui perto, na Saldanha.
Amanhã cedo vou embora.
Trago a memória desse momento comigo há meio século, como o emblema de alguma coisa definitiva, preciosa e irrecuperável. John Banville, em O Mar, pg.1611

Comecei bem e tranquilo às 7h30 nesta quarta-feira nublada, com destino ao Jardim Botânico, para fazer 8km leves.
Foi bem até o 4km quando comecei a sentir a dor na panturrilha direita novamente. Não pude continuar para não agravar a contratura que estava se formando.
Parei no parque, alonguei, descansei.
Voltei andando devagar com dores.
Ainda saí novamente até a rua XV para comprar a torta de aipim que levarei à tarde ao café do irmão.

6h30 – pagamento dos treinadores, via web.
Faço café, tomo dois goles, saio no frio da manhã para meu treino, adiado de ontem devido à chuva, ao frio, ao cansaço.
Hoje rende bem. Vou em aquecimento até a Cândido de Abreu e, finalmente, encontro o meu bambu. Fotografo, volto ao Passeio, faço os tiros de 300m x 100m x 6.
Meia hora após, retorno para o banho e café.
Às 9h30 vou de expresso à Água Verde, atender os assuntos Petros do irmão e lá fico, para o mate, até o meio-dia.
Almoço caseiro e logo saio até a rua XV, passando na CF, onde tiro duas fotos de lembrança.
Dali até a praça Osório, na Livraria Curitibana ou Curitiba, não lembro o nome certo, para comprar o último livro de Chico Buarque “Essa Gente” para presentear a irmã pelo aniversário de 63 anos, dias atrás.
Levo-o até sua casa e deixo o presente na portaria pois tinha saído. Volto de busão à Estação Central e, dali, até o Santander para sacar uns trocados dando 2 reais a um pedinte.
Volto para casa e descanso aguardando as duas voltarem das compras no Mueller.
Café e sossego é o que me faz bem, enquanto escrevo meus relatos.