Segunda-feira, 30

Dormi mal. Com tosse e agoniado na expectativa desta prova logo cedo.

Sempre sofro assim. Isso me tira quase toda graça da preparação.

Passo o dia atormentado com assunto tão insignificante. Já tentei respirar findo esvaziar os pensamentos, meditar e nada adianta.

Enquanto não salto da cama os fantasmas não me largam.

Acordei às 4 da manhã com o peito carregado de muco e angústia. Passei café, me lavei cuidadosamente sem fazer ruído. Assim fui voltando ao normal.

Às 6h30 já estava em Weston, distante 35km daqui.

Corrida iniciada às 7h15 com bastante gente idosa, muitas crianças, levei 31 minutos para completar os 5km e chegar em 3o.lugar na categoria 70-75

Tudo certo, volto para casa com o bolso cheio de guloseimas (cookies, bars, doces em geral) distribuídas à vontade, além de uma camiseta e a medalha.

Sábado, 28

O casal voltou às 11h. Nesse meio de tempo atendemos as crianças. Levei-as andar de bicicleta, brincaram, viraram a casa.

Ainda deu tempo de fazer a musculação e tomar um mate.

Às 13h fomos a Miami encontrar o guri, em conexão aérea para o Brasil. Café no Starbucks, almoço no Chipotle, conversas até 6 da tarde.

Sexta-feira, 27

Repeti o treino, fazendo 6km leves sem parar. Fomos levar as crianças à escola e voltei correndo. Ótimo exercício sem sentir nada de incômodo.

Tomo um mate lá fora, no calor desta manhã luminosa, de 30 graus e uma brisa leve. Perfeito.

Dona D passeia de tricicleta, dias ou três voltas, enquanto a menina corre seis voltas.

Terminada essa parte, temos um convite para almoço, aqui perto, comida tailandesa.

Como “a cavalo dado não se olha os dentes”, aceitamos de boas.

Agora à tarde, o casal tira uma folga e nós ficamos com as crianças. Não vai ser fácil. Dona S quer porque quer enquadrá-los mas são muito agitados. Deixo rolar.