Sábado, 17

Mais um dia gelado com vento forte aqui. Esperei até às 9h para ir ao treino de pista.

E perdi a viagem porque havia jogo de futebol. Logicamente a pista fica fechada.

Meu compromisso é com qa meditação. Cá estou, aguardando chegar 16h para iniciar.

Desisti, fica para amanhã.

Sexta-feira, 16

Dia gelado, vento forte. Treino às 7h30 no parque, sistema presencial. Já estamos elaborando a planilha da outra semana com vistas à prova de 10km no domingo dia 25.

Nesta prova comemorarei 24 anos de corrida de rua. A primeira vez que participei dela foi minha segunda prova oficial.

Quinta-feira, 15

Hoje deu match na planilha: fui cedo, às 8h, com frio e umidade alta, no parque aqui em frente.

Antes de dobrar a esquina, um cobertor mexeu-se na calçada: uma mulher dorme embrulhada em plásticos, papelão e cobertores de doação. Ao me aproximar, ergueu-se e já pediu “ei, pode me comprar um litro de leite e um pacote de bolacha?”

Claro que sim. Compro na volta. Mas, por ser perto de casa, não levo o cartão nem o smartphone, com o Samsung Pass.

Mas prometi e darei um jeito. Dito e feito. Fiz o treino de 8km, alonguei, descansei, respirei, voltei para casa.

Tão logo cheguei, tão logo saí levando o cartão de crédito. Na bodega da esquina comprei 1 litro de leite, 1 pacote de biscoito Trakinas e 1 pacote de biscoito salgado. Total de 13 reais.

Voltei, entreguei a ela, que me agradeceu com um “obrigado, meu amigo” e ficou por isso.

Terça-feira, 13

Chuva logo cedo, das 6 às 10h, impedindo o treino de rua. Nada contra a água mas raios sim e queda de galhos no parque.

Desisti e voltei para casa a tempo de encontrar o verdureiro em frente de casa.

Fiz as compras.

Às 16h já não chovia mais. Fiz o treino no parque : ruim, estava lento, pernas pesadas. Foram 40 minutos de rodagem que rendeu pouco.

Mas é melhor que nada.