Sexta, sábado e domingo – 17, 18, 19

Musculação presencial às 8h na sexta-feira.

Levar o guri ao escritório do assessor financeiro: resgate total dos ativos e saída definitiva do país.

14h- farmácia,  mercado, saída para a chácara

18h- acomodações, pizza party, acomodar-se mais tarde que de costume

Receber os presentes dos filhos: camisas,  novo Kindle e outros agrados

Sábado- o dia todo em festa, com vários convidados, churrasco, fotos, presentes, até meia-noite

Domingo- a festa continua com churrasco, sessão de fotos, jogos, diversões, conversas, risos, parabéns, telefonemas.

À noite, fizemos “pizza party”, que se estendeu até meia-noite.

Terça-feira e quarta-feira, 14 e 15

9h – levar o bebê ao otorrinolaringologista para revisão

Vai precisar de uma pequena cirurgia para reduzir o freno lingual. Ela fica muito tempo com o lábio inferior pendente e a lingua apontando.

Assunto para daqui dois a três meses quando iniciar a alimentação natural.

Depois da consulta, viemos para casa e ela passou o dia conosco, como toda terça-feira.

Levei-as de volta às 16h30.

Trabalhei intensamente no texto e cheguei à página 180.

Sem TV, só trabalhando. Parei para a meditação e acomodei-me cedo Leno o excelente livro do Aluízio Palmar, sobre as chacinas do governo militar.

Dormi profundamente apesar da garganta inflamada, tosse e secreção.

Resultado da viagem de sábado: stress misturado com ar condicionado mais cansaço e aborrecimentos.

Tomei coristina, mel, própolis.

Quarta-feira: lidar com o bebê novamente. Levei para as vacinas. Sofrimento de espetar aquelas perninhas gordas, sem saber o que estava acontecendo.

Segunda-feira, 13

Saí de casa às 8h e vim ao apartamento 03 trabalhar sossegado na revisão .

Dona H recrutou uma diarista – 180 reais – e eu permaneço aqui em silêncio e sem interrupção.

Cheguei à página 150, um grande progresso. Agora cansei e vou para casa.

Saí duas vezes: às 10h comprei lâmpadas de LED pequenas para dois abajures e uma extensão para ligá-los. Já estão funcionando perfeitamente.

Comprei pilhas AAA para o aparelho de medir pressão.

Gastei 65 reais.

Encomendei mais 4 suplementos a serem manipulados. Não sei quanto custará mas não deve ser pouco. O gasto com esse tal médico já chegou a mais de 13 mil reais.

Chegou a cadeira nova que dona R insistiu em comprar, uma cadeira para leitura, em substituição à atual, que ela estava implicando desde a última reforma que ficou um horror.

Saí,  estava dizendo, duas vezes: a segunda foi ao meio-dia para almoçar aqui perto.

Estou lá e um sujeito aparece na janela pedindo marmita. Acenei concordando.

Terminei a refeição e vejo-o do outro lado da rua, sentado na calçada já almoçando.

Comprei um doce de amendoim e com a metade do meu refrigerante entreguei a ele.

Estava de boa e mostrou um saco com 3 marmitas que os passantes lhe deram.

Perguntei o seu nome e a idade – 35 anos – e me despedir de mão pegada. Agradeceu-me. Voltei ao meu trabalho.

Domingo, 12

Dia das Mães. Pouco me interessa.

De qualquer modo, parabenizo a todas  especialmente minhas filhas pois vejo que amam seus filhos, jamais perdendo a paciência com eles

Não lembro com saudades da minha. Sempre fomos opostos e, na velhice e doença dela, não me aproximei. Fiquei indiferente, nunca senti sua falta.

Dormi longamente e mal. Estava exausto dos assuntos de ontem.

Perfi a vontade de ir à meditação, preferindo fazer companhia a dona R e apenas saí para tratar dos gatos da filha, em viagem.

Trabalhei firme numa tese de 260 páginas, chegando agora pouco à numero 48.

Sábado, 11

Acordei às 3h30 para viajar às 6h30.

Café curto, esperar dona R se aprontar.

Saída às 5h30 e chegada às 6h40, pedi um Uber e às 7h40 já estava aguardando na clínica. Gasto de 67 reais.

Um dia aziago, um médico espertalhão. Grande comerciante, cobrou 12.500,00 por três injeções, duas horas de conversa, receitas de suplementos,  obviedades.

Outro Uber, 57 reais, na volta.

Almoço na birosca, baixa qualidade e preço alto.

Volta,para casa, 4 pedágio, 50 reais, compras no mercadinho mais 90 reais.

Cuidar dos gatos, comprar comida para a gata, rever a revisão de um texto chato.

Estou exausto.

Sexta-feira, 10

Dia de pagar várias contas: dois cartões de crédito, treinador, dois IPTU,  mensalidades, Internet, gás, dois condomínios. Tudo em dia. Zero de atrasos, não devo nada a ninguém.

Treino presencial às 8h10, sem esteira, cuidando da recuperação da panturrilha direita.

Levar bugigangas, roupa de cama  novos abajures para o apartamento 03 à espera dos hóspedes.

Levar dona W à farmácia: emplastros Salonpas para suas dores, xampus e sabonetes, suplementos diversos. Gasto de 257,97 em 3 x no cartão de crédito.

3 da tarde: cortar cabelo e aparar a barba por 70 reais mais 10 de gorjeta.

Compras no mercado: grão de bico, aveia, óleo de gergelim, doces sírios para dona H, gastando mais 87,80 e 4,00 de Zona Azul.

Revisão de texto: um livro infantil.

Esse dá trabalho porque é preciso muita atenção ao vocabulário.

Mais uma tarefa para mais “despois”: tratar dos gatos da filha, que viajou hoje com a família. Vou lá às 8h da noite.

Quinta-feira, 9

Dia de pagar prestações de IPTU.

Treino de rua. Saí animado para fazer o de 5km em 32 minutos conforme a planilha.

Andei 2km para aquecimento. Tudo certo. Comecei firme e fui bem até o km4, dentro do tempo marcado.

Aí começou a dificuldade. Notei a panturrilha direita encurtar, típico de mais uma contratura.

Já perdi a conta de tantas vezes acontecer.

De novo. Aos 4,5km já vi que não iria acabar bem.

Comecei a andar e trotar, terminando com 7min e com dores.

Voltei andando 3km meio mancando.

Fim de papo. Mais uma interrupção, mais uns dias sem correr.

Alonguei, fiz crioterapia e massagem. Melhorou um pouco.

Saí, de carro naturalmente, so meio-dia e meia, para nuscar os resultados de laboratório de dona F.

Passei em três farmácias até conseguir mais uma caixa de Cataflan  com 20 comprimidos a 24 reais.

Aproveitei o estacionamento  atravessei a rua e fiz compras de mercearia numa loja de descontos. Gastei 58 reais.

Às 4h da tarde saí novamente, levando dona F a esta loja o de aproveitu para conhecer e comprar mais mantimentos.

Lá se foram mais 120 reais. Dali até a Casa do Padeiro para mais compras, sementes e frutas secas, gastando 96 reais.

Tomei mate novamente, meditação, TV, leitura.

Quarta-feira, 8

Zero de treino hoje. Tinha programado fazer o Treino B, de 5km em 32 minutos.

Em primeiro lugar, fiquei sem vontade de sair à rua ou ir à pista ou a um parque.

Depois de atender dona M com remédio,  café, se ajeitar, cuidar da arrumação da casa, resolvi ficar na academia aqui do prédio.

Comecei andando na esteira e nem cheguei ao alongamento, logo dona M me chamou.

Para levar a filha e ela ao shopping naquelas andanças na loja Maravilhas do Lar.

De maravilhas, zero. Só bugigangas.

Enquanto eu cuidava do bebê elas fizeram compras, das 10 a 1 da tarde. Lá se foram 400 e tantos reais.

Aproveitei para organizar a correspondência, com sucesso. Muito bom.

Almoço lá mesmo: caro e ruim. Gasto de 90 reais num feijão com arroz e umas bobagens.

Comportei-me bem, sem resmungar de nada.

Volta para casa às 3 e meia e já indo ao ap. 03 devido a uma reclamação de vazamento de água.

A diarista de segunda-feira ao sair não fechou bem a torneira da mangueira. Resultado: a pressão rompeu a mangueira, encharcando o tanque e danificando o móvel além de causar um consumo alto de água, logo percebido pelo zelador.

Bastou fechar a torneira, assunto resolvido.

Antes de chegar em casa abasteci o carro (135 reais) e calibrei os pneus.

5 da tarde, finalmente em casa tomando um mate, tomando um banho de água fria, tomando o remédio do Parkinson e vendo TV.

Jantei dois mistos quentes e cancelei a meditação.

Amanhã porei em dia minhas rotinas