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Segunda e terça, 18 e 19
Atividades : rodagem de 7km na segunda-feira às 11h. Está frio aqui, cerca de 15oC.
Na terça, descanso. Deveria ser musculação mas desisti. Fiquei em casa com as crianças, tomei sol, fizemos compras de supermercado, corrigi textos, troquei a bateria do carro reserva.
Este é de nosso uso. Ficou o ano todo parado e descarregou a bateria. Removi e fomos na loja, onde trocaram sem custo, visto estar na garantia.
De boas, de primeira, sem perguntar nada. Só trocaram e pronto. Diferente do nosso país, onde tem que levar até a mãe junto.
Está tudo muito bom aqui, como sempre.
Domingo, 16
Cá estou nos EUA mais uma vez.
Saindo ontem às 9h30 de Viracopos, adormeci tão logo o avião decolou e acordei para o mini-almoço ao meio-dia.
Li Murakami até as 14h e apaguei novamente até o short meal das 16h.
Daí em diante, esperar o pouso às 18h30 mas o avião ficou se “arrodiando” alguns minutos sem poder descer devido à chuva forte. Balançou um pouco e aterrissou sob aplausos.
Um tempão para desembarcar : sei lá porquê não tinha o finger e a saída foi pela escada até um busão, o quarto a encher visto que nossos assentos eram lá na ‘cozinha”.
Essa manobra levou mais de uma hora mas na imigração o officer nem me olhou; só carimbou o passaporte e nos despachou com autorização de permanência de 6 meses.
De cadeira de rodas levada por um boy, dona U foi até a saída, onde dei uma gorjeta de 7 dólares para o garoto.
Esperando-nos estavam a filha e o neto. Calorzaço, chuva, mormaço. Às oito e meia, finalmente em casa, recebidos pelo genro e a netinha, um tantinho enferruscada a nos estranhar.
Já fui logo esquentar uma água, ansiado que estava por um bom chimarrão. Sempre levo cuia, bomba e duas Legendárias apesar de ter esses apêros sempre guardados por lá, de reserva.
Café, fofô, café! É assim que o garoto fala quando me vê preparando o mate.
Uma noite bem dormida, numa casa silenciosa. Resisti aos chocolates, bagels e doces que a menina deixa sempre na mesinha de cabeceira, à minha espera.
Li mais um pouco de Murakami e apaguei.
Hoje andamos com as crianças e o cão durante a manhã de sol e céu limpo.
Quando se acomodaram às 11h, saí para uma rodagem recuperativa de 5km, seguida de um mate bem quente outra vez.
Almoço simples. Lavei a louça. O casal saiu para um compromisso profissional e ficamos cuidando das crianças. Um dorme, a outra brinca. Agora ele brinca e ela dorme.
Bom domingo, pessoal. Aqui ainda são 4 da tarde e no Brasil já são 19h.
Rodagem recuperativa pós viagem

Amanheci no hemisfério norte

Lá vou eu…

Sábado, 15
São 6h57 e estamos no aeroporto, já na sala de embarque, rumo aos EUA.
Acordei às 4h15 e fiz café. Atendi a gata. Levei o lixo e peguei o jornal. Às 6h chamei o Uber (45 reais) e chegamos às 6h20, com check-in prioritário, cadeira de rodas e passar pelo RX e Polícia Federal. Tudo sem incidentes.
Agora, um café daqueles que precisa até financiamento do BNDES para poder pagar.
Se tudo correr bem, chegaremos às 18h30 horário de Brasília, 15h30 horário local.
Hoje
Continuando a história : resolvi fazer o treino no circuito fechado aqui no parque em frente de casa.
Ontem comentei com dona Q sobre o trânsito. Em vez de concordar ou só ouvir, começou com o tradicional ” pois é, se tivesse levado o documento, se acontecer uma tragédia, e daí e patati, patatá…”
Ai, meujesuscristinho, é pior a emenda que o soneto.
Vai daí que hoje, apesar das subidas não estarem programadas, o jeito foi fazer esse esforço extra para não ouvir mais mimimis.
Estou muito reclamão?
Rodei os 8km em 50 minutos e voltei exausto e encharcado.
Almocei pouco devido ao intenso calor e dediquei-me às revisões.
Quero encerrá-las hoje para viajar sem compromissos amanhã.
Já ajeitei todos os meus objetos pessoais, paguei as contas, fui ao centro buscar o relógio consertado, levei e trouxe a menina do dentista.
São 18h30 e faltam 20 páginas para revisar mas terminarei até às dez da noite.
Tchau e benção!
Sexta-feira, 14
Comecei o dia com uma corrida de 8km com variação de ritmo, ou seja, com pequenos trechos fortes, outros mais lentos moderados. Apenas não andar.
Prevendo o calor intenso e os sustos de anteontem na rua (avanços de sinal vermelho na faixa de pedestres) na hora em que se, após esperar sua vez, tenta-se atravessar a rua.
Por duas vezes : na primeira, um corno pilotando uma SUV não respeitou o sinal na ciclovia.
Chamar de fdp um sujeito desses é pouco. Tento não perder a paciência ou me irritar mas não consigo deixar passar. Afinal é minha vez de passar pois esperei por ela.
Na segunda, o segundo corno também avançou mesmo estando os outros carros já parados.