Cá estou nos EUA mais uma vez.
Saindo ontem às 9h30 de Viracopos, adormeci tão logo o avião decolou e acordei para o mini-almoço ao meio-dia.
Li Murakami até as 14h e apaguei novamente até o short meal das 16h.
Daí em diante, esperar o pouso às 18h30 mas o avião ficou se “arrodiando” alguns minutos sem poder descer devido à chuva forte. Balançou um pouco e aterrissou sob aplausos.
Um tempão para desembarcar : sei lá porquê não tinha o finger e a saída foi pela escada até um busão, o quarto a encher visto que nossos assentos eram lá na ‘cozinha”.
Essa manobra levou mais de uma hora mas na imigração o officer nem me olhou; só carimbou o passaporte e nos despachou com autorização de permanência de 6 meses.
De cadeira de rodas levada por um boy, dona U foi até a saída, onde dei uma gorjeta de 7 dólares para o garoto.
Esperando-nos estavam a filha e o neto. Calorzaço, chuva, mormaço. Às oito e meia, finalmente em casa, recebidos pelo genro e a netinha, um tantinho enferruscada a nos estranhar.
Já fui logo esquentar uma água, ansiado que estava por um bom chimarrão. Sempre levo cuia, bomba e duas Legendárias apesar de ter esses apêros sempre guardados por lá, de reserva.
Café, fofô, café! É assim que o garoto fala quando me vê preparando o mate.
Uma noite bem dormida, numa casa silenciosa. Resisti aos chocolates, bagels e doces que a menina deixa sempre na mesinha de cabeceira, à minha espera.
Li mais um pouco de Murakami e apaguei.
Hoje andamos com as crianças e o cão durante a manhã de sol e céu limpo.
Quando se acomodaram às 11h, saí para uma rodagem recuperativa de 5km, seguida de um mate bem quente outra vez.
Almoço simples. Lavei a louça. O casal saiu para um compromisso profissional e ficamos cuidando das crianças. Um dorme, a outra brinca. Agora ele brinca e ela dorme.
Bom domingo, pessoal. Aqui ainda são 4 da tarde e no Brasil já são 19h.