Domingo, 16

Cá estou nos EUA mais uma vez.

Saindo ontem às 9h30 de Viracopos, adormeci tão logo o avião decolou e acordei para o mini-almoço ao meio-dia.

Li Murakami até as 14h e apaguei novamente até o short meal das 16h.

Daí em diante, esperar o pouso às 18h30 mas o avião ficou se “arrodiando” alguns minutos sem poder descer devido à chuva forte. Balançou um pouco e aterrissou sob aplausos.

Um tempão para desembarcar : sei lá porquê não tinha o finger e a saída foi pela escada até um busão, o quarto a encher visto que nossos assentos eram lá na ‘cozinha”.

Essa manobra levou mais de uma hora mas na imigração o officer nem me olhou; só carimbou o passaporte e nos despachou com autorização de permanência de 6 meses.

De cadeira de rodas levada por um boy, dona U foi até a saída, onde dei uma gorjeta de 7 dólares para o garoto.

Esperando-nos estavam a filha e o neto. Calorzaço, chuva, mormaço. Às oito e meia, finalmente em casa, recebidos pelo genro e a netinha, um tantinho enferruscada a nos estranhar.

Já fui logo esquentar uma água, ansiado que estava por um bom chimarrão. Sempre levo cuia, bomba e duas Legendárias apesar de ter esses apêros sempre guardados por lá, de reserva.

Café, fofô, café! É assim que o garoto fala quando me vê preparando o mate.

Uma noite bem dormida, numa casa silenciosa. Resisti aos chocolates, bagels e doces que a menina deixa sempre na mesinha de cabeceira, à minha espera.

Li mais um pouco de Murakami e apaguei.

Hoje andamos com as crianças e o cão durante a manhã de sol e céu limpo.

Quando se acomodaram às 11h, saí para uma rodagem recuperativa de 5km, seguida de um mate bem quente outra vez.

Almoço simples. Lavei a louça. O casal saiu para um compromisso profissional e ficamos cuidando das crianças. Um dorme, a outra brinca. Agora ele brinca e ela dorme.

Bom domingo, pessoal. Aqui ainda são 4 da tarde e no Brasil já são 19h.

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