Sexta-feira, 25

Um dia de sossego aqui. As ruas quietas, parque fechado.

Acordei tarde, às 8h, porque fui me acomodar à uma da manhã, vindo da ceia em casa da filha 3.

Saí para meu treino de 4km na rua às 10h e logo voltei para o mate, em seguida o almoço e o cochilo da tarde.

Agora são 19h25 e vamos começar a meditação diária.

Quinta-feira, 24

Véspera de Natal. Saí cedo para meu treino de hoje, 4km de corrida com subidas.

O tempo virou, está mais fresco e com muito vento.

Faço três voltas fortes e encerro com 3km porque nossa conhecida da ginástica ligou avisando que está a trazer acerolas colhidas hoje.

Encontro-a na saída do parque, conversamos, recebo o pacote, sinto o vento frio na roupa molhada de suor e percebo o perigo disso.

Em casa, me acomodo.

À tarde tiro um cochilo já com um pouco de mal estar. A gata se acomoda muito perto de mim. Mau sinal. Ela percebe quando alguém adoece e trata de ficar muito perto.

Felizmente após o cochilo e um café forte tudo se ajeita. Estou bem e tranquilo.

Os netos ligam, conversam, gritam, correm, caem, brincam, pulam, comem.

A cozinha está funcionando desde cedo e quase tudo está pronto para ir à casa da filha daqui meia hora.

Liguei para as tias velhas, para os irmãos, escrevi para os amigos, a desejar feliz Natal.

A todos os meus amigos, conhecidos e leitores meu melhores votos de Feliz Natal.

Quarta-feira, 23

Atividades de hoje: corrida de 5km na pista, às 8h, levando as duas comigo para tomar sol e andar. São três velocidades: a primeira muito lentamente, mancando e tentando fazer o que não pode. A segunda, não sei se de má vontade, move-se um pouco mais mas com visível desinteresse. Faz porque está sendo obrigada pela mais nova, que não para de repetir sobre as vantagens e necessidade dos exercícios físicos.

A terceira velocidade é a minha, correndo forte e sem parar, durante 12 voltas e meia até completar 5km em 29 minutos.

A orientação velada da cardiologista na segunda-feira quando perguntei, como não quer nada, qual seria o remédio se eu tivesse pressão baixa em vez de alta: tomar bastante água, aumentar o consumo de sal e fazer exercícios físicos.

É a mesma coisa que se falasse para uma porta: come pouco, “esquece” de tomar água, diminuiu sempre o uso do sal porque “dizem que faz mal para o coração” e zero de atividade física.

Lamentável o estado em que se encontra, com total desânimo.

Dito isto, continuemos com o relato de hoje.

Após o treino, fui à farmácia para tomar a tal da injeção de B12, recusada dias atrás porque fora do prazo. Hoje funcionou. Cobraram-me R$ 9,99 pela aplicação mais R$ 2,99 pelo aparelho e R$ 0,65 pela agulha. Não escapa nada. Nem eu escapei de uma espetada no traseiro. Desta vez no lado direito.

Aproveitei para comprar algumas embalagens de sabonete para presentes, para não passar o Natal em branco. A menina americana encomendou on-line uma cesta com chocolates, vinhos e café para nós. Não bebo nem estou consumindo açúcar, portanto sobrou-me o café amargo e a conta porque ela utiliza o cartão de crédito adicional, recomendando-me que desconte de sua conta que gerencio aqui. É lógico que não farei isto.

Fora estas histórias, tudo segue do mesmo jeito.

Desejo a todos os meus seguidores um Feliz Natal, Boas Festas e um ótimo Ano-Novo.

Salve, pessoal!

Terça-feira, 22

Pra lá e pra cá, hoje foi assim. Comecei com o treino de 4km, no plano, alternando 500m x 500m, leve x moderado, passando para 400m, depois 300, aí 200 e finalizando com 100 x 100.

Em casa, já me aprontei para sair às compras, pois faltam alguns ingredientes da ceia.

Fui em quatro lugares. Um, cheio demais, com fila para fora. Desisti.

Nos outros não encontrei o que faltava.

Tornei a sair às três da tarde e, finalmente, zerei a lista de dona Q.

Agora dedico-me a corrigir um longo texto de guri, para apresentar às autoridades do MEC, com o relatório das atividades no exterior.

Tem que estar perfeito para obter a autorização de liberar autorização de trabalho no exterior, com vistas ao próximo ano.

Já terminei e despachei para ele. Agora vou tomar uma chaleirada de chá verde e assistir TV até o horário da meditação.

Segunda-feira, 21

Treino de hoje: 5km de rodagem leve no gramado.

Resolvi ir à pista de atletismo por ser um trecho plano que o exercício pedia e aproveitaria para levar as duas e deixar que andassem sob o sol.

Não deu certo. Na garagem, observei um pneu vazio. É meio enrolado trocar o pneu do Peugeot pois o estepe é fixado externamente embaixo do carro.

Troquei pelo treino na rua e as duas também ficaram ali pela frente do prédio.

Terminado o treino, chamei o borracheiro da esquina, meu parceiro de conversas de qualquer assunto.

Em quinze minutos removeu e consertou a válvula rompida. O pneu não estava furado mas ficou vazio pelo defeito da válvula.

Quarenta reais após, estava já normalizado. O curioso é que este carro com 12 anos e meio nunca teve um pneu furado ou utilizou o estepe.

São 16h e aguardo minha vez na cardiologista. Devido ao calor de 34 graus, resolvi usar o carro apesar de ser aqui perto.

Não há vagas no estacionamento da clínica. Tive que fazer umas voltas aqui perto até achar um canto e parar.

Atendido pontualmente, medida a pressão e considerada normal, fui dispensado com a recomendação de continuar com os mesmos medicamentos e voltar daqui a seis meses.

Se eu estiver vivo, voltarei.

Sábado, 19

Hoje o guri embarcou de volta à pátria amada. Começou com uma viagem de trem de manhã cedo e, neste momento, deve estar já voando de Frankfurt para São Paulo.

Rodei 7km às 7h da manhã, na rua, levemente, num excelente treino. Voltei cansado mas feliz.

Meu treinador mandou o comprovante do treino dele hoje: de mountain bike, fez um trecho de 100km em sete horas e meia. Sujeito valente, enfrenta cada parada que vou te contar…