Dona S agendou a vacina para dia 30!
Salvaram-se algumas almas!
Dona S agendou a vacina para dia 30!
Salvaram-se algumas almas!
São 9h e estou na sala de espera da neurologista, ao trazer a irmã de dona H para a segunda consulta. Está muito frio por aqui. Nada comparável ao lugar de onde vim mas ainda assim está de lascar.
Surpresa mesmo é dona W dizer logo cedo que resolveu tomar a vacina.
Até que enfim resolveu-se. Elogiei a atitude e espero que não seja fogo-de-palha.
O que deve ter pesado na decisão: ver o filho antes que este se mude em definitivo para o exterior, fazer o tratamento dentário (a primeira consulta é daqui a pouco, às 11h) para substituir os pinos balouçantes, a expectativa de viajar ou, ao menos, poder ir aos lugares básicos com mais confiança.
Resta agora fazer o agendamento quando houver vagas. Hoje, por exemplo, não há.
O genro já vacinou-se (38 anos) e a filha vai quinta-feira, tendo 34 anos.
A vacina nos proporciona um pouco de desafogo e esperança pois esta situação de resguardo não tem data para acabar.
Meio-dia: já de volta do dentista, com dona B, dois “desimplantes” e 200 reais pagos pelo serviço de remoção.
Próximos planos: vacinar-se, remover os pontos daqui uma semana, planejar um extenso enxerto na parte inteira superior.
Muito, muito frio aqui. Fui à sessão 6 de fisioterapia. Cheio de roupas fui removendo à medida que os exercícios se sucediam.
Passei o dia sentindo frio. Nem adiantou fazer a musculação da tarde. Continua tudo gelado aqui.
Dona R fez quentão de suco de uva, chamado de crentão, acompanhado de moganga em calda. Muito bom, bom para ganhar peso.

Pouco a narrar hoje. Amanheci com a pressão alterada, em 14 x 8,5 e bpm 70 quando normalmente é de 54.
Não há sensação diferente quando está mais baixa. Não tenho tomado o controlador há quase um mês, com o pretexto de estar usando o anti-inflamatório para a lombar.
Ainda tenho 3 comprimidos para terminar a prescrição e, junto com eles, uso o vasodilatador para melhorar a drenagem.
Está muito confusa essa história, usando remédios, ganhando peso, sem atividade física aeróbia.
Hoje andei 3km e já foi muito. Espero poder voltar às corridinhas diárias para me sentir melhor.
Assuntos de hoje: levar as duas à horta, onde colheram algumas folhas. De lá, à loja de aviamentos para comprar mais fios e lãs.
De volta para casa, quase meio-dia, mas ainda em tempo de tomar um mate antes de almoçar.
Ajudei na arrumação e saí novamente para compras de supermercado. Geralmente faço isso rapidamente mas hoje, sei lá o porquê, andei lentamente pelos corredores, espiando e escolhendo vagarosamente.
Sempre trago alguma coisa especial – mesmo que seja a de sempre e digo “lembrei de você” . Hoje foi um vidro de azeitonas. Para a irmã, duas laranjas Bahia, daquelas enormes.
E pensando no conjunto, comprei dois pacotes de café especial, 250g cada, 28 reais os dois.
Quatro da tarde, treino de musculação caseira. E agora, sossego total.
Fim de semana: para quem for viajar, drive safe.
Uma ótima caminhada hoje cedo, de 6km, culminando com um giro no supermercado, onde comprei duas bandejas de Activia Zero-açúcar para os enjôos de dona F.
Com a prescrição do antibiótico, começam-lhe as tonturas e náuseas. Às vezes o probiótico ajuda a confortá-la. Espero que funcione outra vez.
Em frente à geladeira dos iogurtes, demorei-me espiando a conversa divertida de uma menina de três anos a escolher os copinhos pela cor. A mãe, paciente, ia explicando o que “podia ou não podia”.
Fico intrigado com a desenvoltura e o vocabulário das crianças atualmente, uma esperteza só.
Após o almoço, fui ao centro da cidade visitar o barbeiro. Lá se foram 50 reais para dar uma ajeitada na aparência. Desta vez saí mais satisfeito com o resultado porque vez que outra fica mesmo é uma porcaria.
Hoje comemora-se o aniversário desta cidade, lugar que venero porque acolheu a mim e minha família, e onde nasceu minha terceira filha. Salve, C, parabéns pelos seus 247 anos de existência.
De manhã, retirar o exame de PSA e, de lá, à sessão de fisioterapia, hoje com exercícios pesados e discriminação do Teste de Força feito na sessão anterior. Enquanto esperava minha vez, fora do prédio (entra-se de um em um), dei uma espiada numa das lojas do térreo, de pisos e laminados.
Estou com plano de reformar o piso deste apartamento, já com quase 20 anos e alguns arranhões da cachorrinha, que conosco conviveu 15 anos e que frequentemente se atrapalhava com o xixi.
Fiz alguns cálculos mentais e contei em casa para animar dona W, às voltas com suas dores, agora incluindo um implante cai-não-cai.
Era para já ter resolvido este assunto não sei quantas vezes mas a indecisão, teimosia e outros substantivos que não vou aqui declinar, levaram-na a não se vacinar, a não enfrentar este enguiço que está a se anunciar.
E ontem percebeu a seriedade do caso, levando-a a ligar para o dentista e pedir urgência. É evidente que, sendo mês de julho, esse pessoal viaja em férias. Mas como ele sabe da situação, indicou uma semana de antibióticos, sinal de que vai remover o pino e começar tudo de novo.
Lá fui eu no consultório buscar a receita e passar na farmácia. Pelo menos já começou a seguir a prescrição.
Agora vou me preparar para a despesa que virá dessa encrenca, visto que o plano de saúde só autoriza uma vez. Em qualquer outra situação, a conta passa a ser particular.
Tudo certo, é para isso que economizo desde que comecei a trabalhar. Às vezes, ou muitas vezes, “fiquei no vermelho” mas sempre me safei e tenho uma reserva.
Mas essa é outra história e o baile não para nunca.
Mudando de saco para mala, à tarde fiz a sessão de musculação outdoor com o treinador, ficando mais cansado ainda devido aos exercícios da manhã.
P.S.: o resultado de PSA está ótimo, como sempre. Desse mal não morro.
Mudando novamente de assunto, ontem fizeram uma tentativa de aplicar o “golpe do whatsapp” no irmão 4, como se fosse eu a pedir uma grana a ser depositada com urgência.