Acordar às 5h, fazer o Zazen com o pessoal da casa.
Rodagem normal, em experiência da panturrilha direita. Fiz 6km entre andar e trotar, nada de complicação, mas o edema continua, o derrame no calcâneo direito continua, as dores fortes na tíbia e sóleo continuam quando tocados.
Chegou o livro comprado na Estante Virtual. Miudinho mas interessante “Relatos de um peregrino russo”.
Falecimento: Conceição do Castro Kantor, esposa do primo Zeco. Nunca vi, nunca nos procuraram.
Carajás: apartamento com mancha e vazamento na parede do quarto, danificando a pintura, vindo do apartamento de cima. Assunto para resolver com o síndico.
Internamente, vaso sanitário entupido. Chuchei o que pude, com dois desentupidores e zero de progresso. O zelador sugeriu um encanador. Deixei de lado a proposta, vou tentar desmontar o equipamento antes de contratar mais um malandro.
A filha voltou a passar o dia aqui. O bebê amolado, gripe em andamento, gengiva inflamada anunciando nascimento de mais dentes. Atendi da melhor forma, até 6 da tarde.
Despachadas, voltei ao apartamento 03 levando ferramentas. Desmontei o vaso, encontrei a obstrução, parecendo terra ou borra de café, sem cheiro. Desobstruí, montei, testei. Nota 10 de funcionamento. Mandei as fotos para a filha e dona M por mais uma treta resolvida de moto próprio.
Molhei as plantas, removi o lixo, tudo em ordem.
Meditação, jantar a sobra de dias, descarte de tudo de velho que tinha na geladeira. Ficou um monte de louça para o dia seguinte.
A saga do inventário continua, com as primas parnanguaras se batendo para resolver suas pendências.
Os outros herdeiros aborrecidos, para não dizer putos da vida, com o herdeiro caloteiro e seu filho mala fazendo de tudo para melar o processo já transitado e com sentença definitiva. Isso porque a parte deles está bloqueada pelo Banco do Brasil, cobrando dívidas antigas.
Antigas de 50 anos, dos quais uma parte seria minha, pelo empréstimo que fiz a esses malandros caloteiros que jamais me devolveram o valor que lhes cedi.