Amanheceu frio. Consulta no dentista às 8h e ele chegou às 8h40.
Pelo menos avisou do atraso.
Sala de espera com o velhote resmungão, reclamando de tudo. Parei de dar importância quando começou a falar mal da empresa, acusando dirigentes de manipular contratos.
Dentista: avisei da perda da perereca e reduzi a importância disso. No RX ele definiu que é possível reativar os implantes frouxos, marcando para o dia 13 de janeiro às 8h, com o tradicional antibiótico e sinalizando nova conta a ser paga. Não tem fim essa desgraça.
Em casa dediquei-me ao longo texto de 8 partes para revisão. À tarde, finalizei, com um dia antes do prazo.
Conversas várias por WhatsApp familiar e os desdobramentos do inventário que não tem fim. A cada passo, um xarope, um contratempo, uma recusa. Um saco sem fim. Dinheiro zero.
Dia de pagamentos, acertei todas as contas.
Fim da tarde, musculação para dissipar o cansaço mental.
Reinício da meditação, pulando a doméstica. Fiquei com o Grupo PoA às 19h30.