Quarta-feira, 10

Amanheceu frio. Consulta no dentista às 8h e ele chegou às 8h40.

Pelo menos avisou do atraso.

Sala de espera com o velhote resmungão, reclamando de tudo. Parei de dar importância quando começou a falar mal da empresa, acusando dirigentes de manipular contratos.

Dentista: avisei da perda da perereca e reduzi a importância disso. No RX ele definiu que é possível reativar os implantes frouxos, marcando para o dia 13 de janeiro às 8h, com o tradicional antibiótico e sinalizando nova conta a ser paga. Não tem fim essa desgraça.

Em casa dediquei-me ao longo texto de 8 partes para revisão. À tarde, finalizei, com um dia antes do prazo.

Conversas várias por WhatsApp familiar e os desdobramentos do inventário que não tem fim. A cada passo, um xarope, um contratempo, uma recusa. Um saco sem fim. Dinheiro zero.

Dia de pagamentos, acertei todas as contas.

Fim da tarde, musculação para dissipar o cansaço mental.

Reinício da meditação, pulando a doméstica. Fiquei com o Grupo PoA às 19h30.

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