Segunda-feira, 11

Choveu forte na madrugada, refrescando um pouco o ambiente. É difícil se acomodar com este calorão do verão deste ano.

Pulei cedo, fiz café, saí logo para o centro às 8h30. Andei um tempão em ruas do comércio popular e de eletrônica como há muito tempo não fazia. Mas não achei o que procurava : loja de antenas, onde pretendia comprar uma interna de TV.

Acho que ninguém mais tem essas velharias, nem lojas que conhecia encontrei.

Sobrou tempo para as 10h do banco. Entrei na catedral para passar o tempo. Logo ali, palco de uma das piores tragédias desta cidade.

Mas além dos desocupados, viciados e moradores de rua com suas bagagens e cães, nada de diferente de outros tempos.

Entrei na fila do banco às 10h05, ali fiquei em pé mais vinte minutos até conseguir a senha para entrar.

E só perdi a viagem : nenhum progresso em nossa petição.

Voltei sob um calor daqueles. Tive que me depenar inteiro e pôr toda a roupa para lavar, tamanho o grau do suadouro. Mais uma hora no telefone dando prosseguimento à treta do banco.

Improvisei meu almoço, ajeitei a casa e saí novamente para a musculação.

Chegando lá e percebi que deixara a carteira em casa, na bolsa “social’ e agora estava com a de esporte.

Freguês velho, franquearam-me a entrada sem pagar. É óbvio que volto esta semana e pago o fiado.

Às 17h, suado até a tampa, estou de volta, exercícios feitos e computando mais 8km de caminhada, sendo dois na esteira e seis por conta das duas andanças do dia. Medido pelo app Nike, cada ida tem 1,5km.

Jantei folhas e água. Calor contínuo, o apetite declina.

Amanhã de manhã : ginástica, consulta, treino de 5km. Vai ser mais um dia cheio de atividades e poucas novidade.

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