Quinta-feira, 18

Em casa. Acordei várias vezes esta noite, num sono perturbado. Custei a me acomodar, tendo chegado à 0h45. Retorno de ônibus gratuito (idosos), duas horas de viagem lendo no e-book, apesar do cavalheiro ao lado tossir e pigarrear em alto e bom som.

Chegada pontual, táxi de 10 reais, com um motorista com cara de maluco em uma carroça com motor.

Não consigo sossegar sem ter guardado todos o material de viagem, atender o gato, abrir as janelas para renovar o ar, tomar banho e ler um pouco.

Assim, apaguei a luz à 1h45 mas o sono não veio. De todo modo, às 6h30 já estava passando café, atendendo o gato novamente, iniciando a correção de um longo texto.

Saí às 9h para compras de quitanda, buscar um material na copiadora, comprar yaicos (ovos, em polaco). De volta para o mate, fazer as contas, ajustar o orçamento, preencher minhas inúmeras planilhas.

Não sei porque faço tantas contas e anoto tantos pormenores. Mania de velho.

Agora, aguardo a hora de ir à academia enquanto X faz seus exercícios com o fisioterapeuta. Ela voltou mancando mais do que de costume, com um novo pinçamento no nervo ciático : assunto para meses.

A próxima viagem deve ser trabalhosa em função deste assunto. Temos dois meses até lá para se recuperar.

Neste domingo pretendo participar de mais uma prova de 10km, na Universidade Estadual. Vai ser a 9a. edição, das quais fui em quase todas.

No mais, tudo em ordem, tudo em paz.

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