Quarta-feira, 12

Novamente musculação e 40 minutos de esteira.

Não saí de casa novamente.  Sossego excelente.

Chegou o livro novo de Haruki Murakami. Novo para mim. Escrito na década de 80.

Longo, quase 500 páginas, muito bom, indicação da irmã 05 pois sabe que sou fã dele.

Mas desconhecia esta obra. Custou-me 85,66 reais.

Marquei mais uma consulta para dona L, desta vez no endocrinologista, no dia 24, segunda-feira, às 9h40.

Pura perda de tempo. Como de costume, não seguirá as prescrições.

Terça-feira, 11

Finalmente tive tempo de fazer meu treino, com caminhada de 3km e musculação.

Nem tentei correr para não agravar os sóleos encaroçados.

A filha e o bebê vieram.para almoço,  passaram a tarde e foram embora às 17h.

Não precisei buscar nem levar, elas vieram com o próprio carro.

Meditação, descanso, leitura, série da Netflix e dormir sossegado.

Hoje deu tudo certo  sem.precisar sair de casa.

Segunda-feira, 10

Dia de pagar contas diversas.

Não saí de casa na parte da manhã. A diarista cancelou a vinda programada para hoje às 9h.

Começo eu a limpar a casa. Trabalho até 11h30.

13h – sair para lavar o carro, 60 reais, e  comprar legumes para o almoço da bebê amanhã aqui em casa.

Domingo, 9

Saí cedo, antes das 7h, para dar uma caminhada e espiar a Meia Maratona a passar aqui perto de casa.

Uma hora depois, retorno para o café e saber notícias do filho, durante a longa viagem de volta.

Escreve-me de Nova Iorque, onde aguarda a conexão para Oregon. Imigração e bagagem: tudo certo.

10h- eu e 01 vamos ao Zazenkai passar dia todo em silêncio.

Dona D permanece em casa, sozinha e lendo, finalmente.

17h30- fim.do encontro, levo 01 à Rodoviária e, até que enfim, chego em casa, não sem antes abastecer o carro com gasolina, 178 reais.

18h- sossego, jantar leve, ler e dormir cedo.

Sábado, 8

Saí às 7h para rodagem simples e leve, o quanto pudesse.

Não durou muito. No km4 senti novamente repuxar o sóleo. Voltei andando, já com dores.

Almoço no Vicino, a família toda, comida boa com preço promocional. O guri quis pagar a conta.

14h- bagagem pronta, partiu para seus cuidos nos EUA.

15h- levar o irmão 01 conhecermos o apartamento 03. Ele sempre demonstra pouco interesse por essas coisas que não fazem parte de seu dia a dia. Mas disfarça bem.

Um cafezinho e fim de papo.

Descanso mais cedo, finalmente. Agora só um hóspede. A filha e o bebê permanecem na casa deles, tendo o pai voltado de viagem do exterior.

Agora não precisam tanto de mim, até o próximo compromisso.

Sexta-feira, 7

Treino presencial às 8h15, esteira de 20 minutos, seguida de pesos.

Buscar a filha e bebê, passando o dia conosco.

Bebê aprendendo a se alimentar. Bagunça total mas divertida

Irmão 01 chegou à tarde para passar o fim de semana aqui. Pensão com lotação completa.

Guri encomendou o jantar mas se mandou ver os amigos. Levou meu carro e deixou a irmã na mão.

Levei-a de Uber, ida e volta gastando 15 reais.

Não consigo me acomodar cedo com toda essa turma aqui o dia inteiro.

Quarta-feira, 5

Dia dedicado às andanças bancárias.

Começando no BB, estacionamento no centro 14 reais, fotocópias 21 reais, na fila errada do banco durante 1 hora até o gerente perceber o erro e nos mandar para outro lugar.

Erro deles, não nosso.

Volta para casa, almoço rápido, ida ao Santander, esperar meia hora mas resolvemos uma parada importante.

17h- tomar um mate e descansar.

Zero treino, apenas atendendo o filho e seus enguiços financeiros (imposto de renda, saída fiscal, desmontar a carteira de investimentos e transferir para o exterior).

Ter dinheiro também é um problema.

Segunda-feira, 3

Minha neta completa 6 meses hoje. Está forte, saudável, com 7.240g e 69cm, esperta, aprendendo a comer e tomar água.

Levei mãe e filha à consulta rotineira no pediatra. Está perfeita. Saúde, querida criança!

Depositei-lhe 100 usd, como de costume, todos meses.

Livro de hoje: Yoga, de Emanuel Carrère

Treino de hoje: zero, não deu tempo

Conversei com um amigo de longa data. Pareceu-me feliz, arranjou uma companhia nova para suavizar-lhe a viuvez.

Liguei para contar-lhe da morte de um antigo companheiro de trabalho, colega comum.