Quarta-feira, 10

Amanheceu frio. Consulta no dentista às 8h e ele chegou às 8h40.

Pelo menos avisou do atraso.

Sala de espera com o velhote resmungão, reclamando de tudo. Parei de dar importância quando começou a falar mal da empresa, acusando dirigentes de manipular contratos.

Dentista: avisei da perda da perereca e reduzi a importância disso. No RX ele definiu que é possível reativar os implantes frouxos, marcando para o dia 13 de janeiro às 8h, com o tradicional antibiótico e sinalizando nova conta a ser paga. Não tem fim essa desgraça.

Em casa dediquei-me ao longo texto de 8 partes para revisão. À tarde, finalizei, com um dia antes do prazo.

Conversas várias por WhatsApp familiar e os desdobramentos do inventário que não tem fim. A cada passo, um xarope, um contratempo, uma recusa. Um saco sem fim. Dinheiro zero.

Dia de pagamentos, acertei todas as contas.

Fim da tarde, musculação para dissipar o cansaço mental.

Reinício da meditação, pulando a doméstica. Fiquei com o Grupo PoA às 19h30.

Terça-feira, 9

Ontem foi um dia agitado, com muitas atividades. O ano está findando e não tive descanso um dia sequer.

Hoje preparei-me para retomar minha rotina de treinos, leituras, meditação, TV, lavar roupa, limpar a casa, deixar tudo arrumado.

A filha resolveu vir com o bebê ao meio-dia. Precisei comprar almoço, ruim por sinal, a 50 reais duas caixas, não desceu legal, desperdicei e acabou indo quase tudo fora.

Choveu o tempo todo durante o dia. Saí de carro às 15h para comprar água de coco para o bebê reinando, gripada, febril, amolada.

Preparei a refeição de todos, juntando uma louça sem fim. Foram embora às 6 e meia da tarde.

Recomecei a meditação e depois ainda dei uma revisada rápida nos textos que prometi entregar até sexta-feira.

Esqueci o aniversário da sobrinha-afilhada. Não dei grande importância pois também pouco se importam comigo e com os “meus”.

Segunda-feira, 8

Levar dona M ao aeroporto, comprar areia do gato, receber a medicação da Farmácia Popular.

13h – no apartamento 03 fazer a limpeza da área externa e aguar as folhagens.

16h – começou o trabalho: levar a neta ao PS pediátrico, até 17h30.

Comprar pizza de caixinha, fome e sem ânimo para refeição correta.

Quero mesmo é descansar, assistir um pouco de TV e ler antes de dormir.

Não deu tempo de fazer o treino, mesmo porque estava sem vontade.

Amanhã, terça-feira, reorganizo minha rotina

Domingo,7

Mais fumaça, mais gente, pior a comida.

Não via a hora de terminar o dia, com a promessa de vir embora.

Saída,às 17h, despejou água, trânsito pesado até alcançar a rodovia principal.

Chegada em casa às 21h, exausto, querendo apenas banho e cama.

Mas perdi a prótese perereca. E três dias sem exercícios nem leitura.

Sexta-feira, 5

Viagem para Monteiro para passar o fim de semana com os malucos Moreiras.

Compras para contribuir: 370 reais na Frutaria.

Viagem tranquila, de 3 horas, bebê comportado até faltar meia hora.

Chorando, com febre, a avó resmungando, chegada normal.

Guardei a bagagem. O genro chegou às 18h e preparou o lanche.

Dormi mais ou menos: silêncio e escuridão da mais, choro do bebê, ronco dos adultos.

Terça, quarta – 2 e 3

Dia 2 – acordar às 5h para viajar às 9h, em retorno para casa após 34 dias nos EUA.

Dia de aniversário de casamento, 48 anos completados. Uma vida e tanto, cheia de altos e baixos de humor, financeiros, altos e baixos financeiros, de saúde, tudo que pode acontecer a qualquer ser humano.

Viagem tranquila, sem incidentes, sem turbulências, pontual. O mais chato é esperar a entrega de bagagem, quase uma hora inteira de demoção.

O genro, paciente, foi nos buscar, ajudar a carregar as malas, esperrou a entrega da chave, e finalmente entramos em casa às 21h.

Fazendo as contas, gasta-se 16 horas, um dia inteiro nesse assunto.

Fiquei só com a refeição do avião e tratei de me acomodar cedo.

A “noiva”, trombuda não sei com o quê, dormiu no sofá, alegando dores.

Custei a dormir, a gata estava sem sossego, intrigada com a mudança no ambiente.

Acordei às 4h e tratei de começar o dia.

Dia 3 – sair cedo e buscar o carro, fazer o Pix da neta em aniversário de 2 anos hoje.

8h30 – no cartório, para regularizar as assinaturas do inventário. Cheguei pontual mas esqueci o celular em casa.

Tive que voltar e dona M “derrubou a tromba” de novo.

9h15 – assunto resolvido, fa,endo ouvidos moucos aos resmungou, o assunto morreu ali.

Descanso em casa; finalmente, terminei um texto e fiz um mate sossegado.

Almoço improvisado, sem vontade e às 4 da tarde ir visita a neta.

Agora foi a vez de dona M esquecer um pacote que pretendia levar.

Nada como esperar no seu tempo. Mas não fiz nenhum comentário sobre isso.

Café da tarde, todos os avós agradando a neta, uma reunião até 8 da noite.

Sem sono mas cansado, li um pouco e me acomodei para dormir agitado e esperando a quinta-feira para ver se tenho um dia de sossego.

Dezembro, 01 – segunda-feira

Mais um mês que se inicia, espero viver muitos ainda.

Dia abafado, úmido, calor. Andei 5km às 8h30 para testar as panturrilhas. Zero incômodo mas a aparência continua feia, com edema pronunciado. Sei lá, acho que meus dias de corredor de rua estão se acabando.

Novos textos para corrigir, usei essa desculpa para me livrar de andanças em lojas.

Cada vez mais prefiro ficar em casa. Leituras, escritas, TV.