Quarta-feira, 13

Fiz uma rodagem leve de 7km, indo e voltando das Amoreiras.

14h- levar dona V comprar uns suplementos, passar no CVI para devolver o uniforme da competição, retirar seus exames de laboratório.

Todos os marcadores ruins apesar da sacolada de suplementos caros da Puravida, que ela compra e toma regularmente.

Agora apavorou-se e quer marcar consulta na reumatologista. A médica velhota nem discute mais, simplesmente preenche as receitas e pedidos de exame e a despacha.

Segunda-feira, 11

Dia de lembrar os 22 anos do assassinato do prefeito Toninho e a tragédia das Torres Gêmeas.

Musculação na academia de manhã.

À tarde, tratar dos gatos e levar dona G comprar mais bugigangas.

Chegou o segundo volume da coleção TAG, um romance da escritora vietnamita Nguien Phan Qué Mai, chamado “As montanhas cantam”

Quinta-feira, 7

5h- acordado e me preparando para as disputas. Café da manhã às 6h30, não como nada, tomo um café preto e um pão sem nada.

7h- sair do hotel e procurar o estádio. Em 20 minutos já estacionado, procurando minha turma.

Mais de 50 municípios representados, muita gente entusiasmada, aguardando as atividades.

É divertido apreciar a movimentação dessa turma toda de mais de 60 anos num estádio muito bonito e bem cuidado.

Começam as corridas com os inscritos maiores de 80 anos. Uns correm, outros andam, mas todos são aplaudidos.

Minha prova é a de arremesso de peso mas, na última hora, me inscrevem para a corrida de 1.200m devido à desistência de um finalista.

É convite e não preciso aceitar, visto estar sem treino, sem material adequado, sem preparação específica.

Aceito de bom grato para participar, sem chance nenhuma pois ali estão os melhores dos melhores, todos fininhos e preparados.

Eu, não. Sem preparo e pesadão.

Lá vou eu para conseguir meu primeiro último lugar.

Na sequência, fui para o arremesso já cansado. Fiz o possível e acertei 7,15m, marca compatível com meus treinos mas insuficiente para almejar uma boa colocação.

Havia atletas de passado profissional, porte físico avantajado, sem chance para a maioria.

Mas tudo bem. Fiz o que pude, me diverti, conversei com muita gente, encontrei conhecidos, ganhei lanche, medalhas de participação e foi tudo muito bom.

Ao meio-dia, debaixo de um sol forte, voltamos para o hotel e dali, banho tomado e tudo arrumado, partimos para o almoço ali pertinho, num restaurante chinês.

Pedi yakisoba e suco de abacaxi. Dona O acompanhou em chop suey.

Duas da tarde, apaguei até às 5h.

8 da noite – novamente acomodado e só acordei no dia seguinte às 6h da manhã.

Quarta-feira, 6

Viagem a São José do Rio Preto, saindo às 9h e chegando às 13h30 em 380km diretos.

Abasteci antes de sair, com 63 reais. Uma só parada para ir ao sanitário e só.

Hotel bom, médio, preço normal, com estacionamento pago à parte, 15 reais por dia, café da manhã livre.

Almoço pavoroso, indicação da portaria, atravessar a rua, 24 reais por pessoa.

Devia ter desconfiado do preço baixo. Lugar esculhambado. Já eram quase duas da tarde, ficou por isso mesmo.

Calor forte, mormaço. Fiquei deitado a tarde toda.

Saímos par jantar duas quadras daqui. Dona J conseguiu andar na ida e na volta, total de 5 quadras ou 500 metros.

Comida árabe, boa e bastante, 127 reais.

Agora só quero descanso. Amanhã às 8h começam os jogos.

Terça-feira, 5

Dua de descanso dos treinos visando a prova de quinta-feira. Sensação estranha de ficar sem atividade, me causando sonolência e irritação.

Saí apenas para comprar sachês para a gata, frutas e verduras da dieta de dona S.

Fiquei enrolando em casa na TV, leituras escritas.

O treinador veio atender a menina às 14h e dona S às 15h. Enquanto isso fiquei de conversa no WhatsApp e também liguei para o irmão 2.

Já arrumei o material para levar amanhã, sem esquecer um livro e as palavras cruzadas.

Meditação às 19h30, ouvindo o vento forte bater nas janelas.