Dia 2 – acordar às 5h para viajar às 9h, em retorno para casa após 34 dias nos EUA.
Dia de aniversário de casamento, 48 anos completados. Uma vida e tanto, cheia de altos e baixos de humor, financeiros, altos e baixos financeiros, de saúde, tudo que pode acontecer a qualquer ser humano.
Viagem tranquila, sem incidentes, sem turbulências, pontual. O mais chato é esperar a entrega de bagagem, quase uma hora inteira de demoção.
O genro, paciente, foi nos buscar, ajudar a carregar as malas, esperrou a entrega da chave, e finalmente entramos em casa às 21h.
Fazendo as contas, gasta-se 16 horas, um dia inteiro nesse assunto.
Fiquei só com a refeição do avião e tratei de me acomodar cedo.
A “noiva”, trombuda não sei com o quê, dormiu no sofá, alegando dores.
Custei a dormir, a gata estava sem sossego, intrigada com a mudança no ambiente.
Acordei às 4h e tratei de começar o dia.
Dia 3 – sair cedo e buscar o carro, fazer o Pix da neta em aniversário de 2 anos hoje.
8h30 – no cartório, para regularizar as assinaturas do inventário. Cheguei pontual mas esqueci o celular em casa.
Tive que voltar e dona M “derrubou a tromba” de novo.
9h15 – assunto resolvido, fa,endo ouvidos moucos aos resmungou, o assunto morreu ali.
Descanso em casa; finalmente, terminei um texto e fiz um mate sossegado.
Almoço improvisado, sem vontade e às 4 da tarde ir visita a neta.
Agora foi a vez de dona M esquecer um pacote que pretendia levar.
Nada como esperar no seu tempo. Mas não fiz nenhum comentário sobre isso.
Café da tarde, todos os avós agradando a neta, uma reunião até 8 da noite.
Sem sono mas cansado, li um pouco e me acomodei para dormir agitado e esperando a quinta-feira para ver se tenho um dia de sossego.