Sexta-feira, 18

Treino de musculação presencial na academia do prédio, das 7h30 às 8h30.

Engoli 4 comprimidos de antibiótico Amoxilin às 9h30, passei na Associação para deixar o calor do aluguel e cá estou na sala de espera do dentista, rumo a mais um implante.

Depois disso, vou ficar quieto em casa e possivelmente me livro do aniversário de 40 anos do genro 2 a ser comemorado amanhã durante o dia todo.

13h- finalmente em casa após duas horas de tortura. Com fome e exausto, prefiro deitar, tomar dipirona, beber um copo de água gelada e ficar quieto.

15h- a fome apertou. Pedi um mingau de maisena, água de coco e só. Dona G fez uma panqueca: uma lata de atum, dois ovos mexidos, uma colher de maisena. Esperei esfriar e comi tudo.

Quinta-feira, 17

Continua a reforma no apartamento. A menina removendo tinta velha de paredes e eu colocando as cortinas articuladas na sala, com uso de furadeira e muitas buchas e parafusos.

Comprei ainda algumas tomadas faltantes e instalei todas. Tudo certo.

Fui ao marceneiro levar uns tacos para lixar e aplainar.

Encerro provisoriamente minha participação de operário porque amanhã, sexta-feira, tenho agendado mais um implante.

Interrompo igualmente meus treinos porque, na sequência, vou me submeter à cirurgia de cataratas na próxima semana.

Agora só quero sossego.

Assim sendo, devo escrever mais aqui aproveitando o tempo que ficarei de molho.

Quarta-feira, 16

Às quatro e meia da manhã o guri avisa que chegou em Guarulhos vindo de Frankfurt com escala em Paris.

Vou buscá-lo? Não precisa, prefere vir de ônibus e chega às 8h30.

Café da manhã e descanso para ele. Enquanto isso, com a filha, fazemos compras para ele levar para casa.

Almoço, sobremesa e café. Às 16h levo-o ao embarque de volta a Cumbica e lá chega às 19h para embarcar às 22h para Vancouver e de lá a Portland.

Deverá chegar em casa no fim do dia de amanhã.

Segunda-feira, 14

O irmão 1 está em Lima, no Peru, em missão acadêmica.

Hoje pulei cedo, disposto a retomar os treinos de rua. Foi tudo certo, fazendo o treino A da planilha: 20.minutos andando, três vezes 9 minutos leves x 1 minuto forte e encerrando com 10 minutos de corrida leve.

Ainda de manhã fui à loja de material de construção e comprei ralos novos, interruptores, tomadas de 3 pinos para substituir no imóvel recém-adquirido. Gastei 555 reais divifidod em 6 vezes.no cartão de crédito.

À tarde montei tudo cuidadosamente. Tudo funcionou direito.

Domingo, 13

Dia de intenso calor logo cedo. Às 10h vou à Associação. Aparece apenas um sujeito e fazemos a meditação ouvindo o estrondo da passeata desses malucos que reclamam das eleições.

Agora é só sossego até amanhã.

Hoje é aniversário de 50 anos da sobrinha mais velha. Dou-lhe um telefonema e um PIX de 200 reais.

O pix deve ter agradado mais.

Sábado, 12

Dia de recomeçar os treinos de rua depois de duas semanas sem atividade aeróbia.

Foram 8km com um trechinho andando antes e depois.

Um pouco de descanso à tarde, seguindo para a meditação das 16h em nossa Associação.

Terminada às 17h30, começo a via-sacra nas farmácias à procura de um medicamento de uso continuo de dona G.

Sempre rola um stress porque é difícil de encontrar. Por ser de alto valor – 630 reais a caixa com 30 comprimidos para uso de 1 por dia – nenhuma rede mantém no estoque.

A desculpa mais usada é “o laboratório descontinuou a produção.

A receita é para duas caixas. Uma ou outra farmácia tem só um frasco. Não aceitam mandar de uma para outra “porque o sistema, porque o controle, porque não sei o quê…

O recurso é comprar uma só. Verifico a validade “fevereiro/23” mas não aceito, está praticamente vencido.

Encontro outro para maio/23 e o jeito é comprar esse. Vou pechinchando até aparecer o desconto do fabricante, dá farmácia, do gerente, do Lula, do Bolsonaro, do Satanás.

Preço final: de 646,39 por 465,40

A essa altura já são 18h15 e entro no supermercado para compras básicas. Aqui a encrenca é outra.

O caixa trava numa cliente que reclama do preço. No outro, um sujeito quer pagar usando o relógio por aproximação e a maquinista ignora as sacudida do braço dele. Furioso, abandona as compras.

Minha vez. Os códigos de barra não fazem o plim e o atendente precisa copiar aquele número comprido, um por um.

Finalmente me livro e volto para casa. A fome tem que esperar pois são 19h15 e a meditação começará em instantes.

Nove da noite, jantando de boas.

Sexta-feira, 11

Treino de musculação presencial às 8h30 aqui no prédio, onde inventaram uma academia: uma bicicleta e um “trono” com uns puxadores. É um trambolho cheio de roldana e pesos.

Mas não usamos nada disso. Meu treino é com o peso do corpo, com elásticos e faixas.

Às 10h levo dona S ao apartamento para aguardar o técnico que montará uma pia e outros acessórios.

De lá vou ao apartamento da filha, deixo o carro e pego o outro maior para carregar com ela o restante da mudança dos seus equipamentos do ateliê.

Essa história vai até o meio-dia. Parada para almoço ali perto. Faz quase três anos que deixamos de frequentar restaurantes. Fiquei surpreso com a conta: três bufês livres de comida simples custaram 95 reais.

Passamos a tarde no apartamento. Dona S ocupada com a limpeza dos armários, janelas, piso.

Teve até chimarrão e café. Ocupei-me em consertar os tacos, revisar as tomadas, ajustar os ralos, conferir os chuveiros, fechaduras e lâmpadas.

E vem a chuva forte às 16h. Encerramos o expediente, a menina leva dona F para casa e eu volto a pé, aproveitando a caminhada e uns pingos de chuva.

Cinco da tarde, em casa, um mate para completar bem o dia e curtir o descanso até o outro dia.

Quinta-feira, 10

Dia de fazer alguns pagamentos: treinador, condomínio, consultor financeiro, associação Zen entre outros.

Tudo isso às 5h50 da manhã enquanto esquento a água para o café.

8h30- no apartamento novo onde dona limpa os armários e eu dou um jeito nos ralos travados, refaço uns pontos de rejunte, troco lâmpadas, enumero a lista para troca de tampas de tomadas e interruptores manchados, de dois pinos ou em má condição.

9h- chegada do marceneiro para orçar a reforma dos armários e fazer uns remendos no piso de madeira.

10h- chegada do instalador do filtro de água. Lá se vão 575 reais.

11h- vou à marmoraria, cinco quadras daqui, encomendar a reforma da bancada da pia: recortar um trecho para abrir espaço onde ficará a geladeira.

13h- aguardando a chegada do técnico. Orçamento feito: 580 reais.

Como dizia Jô Soares ” lá vai barão…”