Quinta-feira, 13

Treino de hoje: andar 6,5km e só.

A pressão anda variando muito. Às vezes está em 14; aí tomo o remédio e ela despenca para 10. Sinto as têmporas latejando, tenho medo de um AVC.

Parei para comprar sachês para o gato, cumprimentei uns amigos pelo caminho, bora pra casa.

Mensagem ao amigo Benê

Prezado amigo, parabéns pelos 73 anos bem vividos, ocupado em estudar, formar uma linda família, trabalhar arduamente construindo um nome de respeito na sociedade são-mateuense. Parabéns e muitos anos de vida, com saúde, harmonia e muito dinheiro e disposição para curtir a vida ao lado de dona Marília, dos seus filhos e netos e também dos inúmeros amigos que conquistou com seu bom humor e generosidade. Salve! Um dia muito feliz aí!

E a resposta dele:

Obrigado amigo das antigas. Vc sabe o quanto te estimo, essas palavras sábias, só poderiam serem articuladas por um mestre, que é vc. Abraços na Santa Marli e seus filhos, genros, netos, gatinha Mimi etc. Seu sempre amigo.

Quarta-feira, 12 de outubro

Treino muito bom hoje bem cedo, às 7h, percorrendo 11km com muitas subidas fortes.

Fui buscar o kit para a corrida de domingo: bem micho em comparação com anos anteriores.

Os preços aumentam, a qualidade e quantidade diminuem.

Hoje se completam oito anos da morte de minha mãe e da nossa cachorrinha. Esta viveu 15 anos. No treino de hoje, excepcionalmente acabei passando em frente do petshop onde ela foi comprada.

Coincidência porque nunca mais fui para aquelas bandas.

Passo o resto do dia descansando, parte deitado, parte escarrapachado no sofá vendo TV, alguns filmes e YouTube com assuntos de corrida.

Dona S fez cuque com goiabada, metade sapecado metade meio cru. A culpa é sempre do forno ou do fermento ou da farinha ou sei lá o quê. Dela, nunca.

Mas vai assim mesmo com.um copo de leite, gosto de azedo apesar de novo pois comprei ontem.

Completo com o café fracote que a irmã dela finalmente resolveu passar não sem antes perguntar em qual garrafa passar, quantas colheres de pó e outras perguntas óbvias, parecendo criança.

Terça-feira,11

6h20 – e já estava no laboratório para fazer os exames pré-operatórios. A atendente me espetou de forma pesada. Às vezes a gente nem percebe a agulha furando a veia. Hoje, não. Ardeu, incomodou, demorou. Ganhei um café horroroso, três bolotas secas nomeadas de pão de queijo, quatro biscoitos genéricos. Tudo porcaria.

8h10 – fui à clinica cardiológica para fazer um eletrocardiograma. Desta vez, bem atendido, enfermeira delicada e silenciosa. Às 8h30 já estava de volta em casa, embora tenha ido a pé.

Meio-dia: fiz compras de supermercado, carreguei as caixas pesadas que não devia em função do furo na veia do braço esquerdo.

Quieto em casa a partir daí.

Domingo, 9

Acordo cedo, às 6h e logo preparo o café. Mas me antanho em jejum até o meio-dia, reparando nas mãos inchadas: muito açúcar ontem no aniversário, com refrigerante, bolo, brigadeiro, beijinho.

Comumente faço jejum de dezoito horas para purgar o excesso.

Meditação às 9h30, presencial, revendo confrades de sempre.

14h30- levo o irmão 1, hóspede, ao embarque de ônibus de volta a SP, levando um farnel, como de costume, que dona D lhe prepara.

Desaba a chuva. Vou descansar. Amanhã começo cedo minhas atividades, indo ao dentista às 7h30.

Sábado, 8

Treino ótimo bem cedinho, em jejum. Tomei um cafezinho e um copo de água e pau-na-mula: 7km fortes na avenida.

Almoço forte com feijoada, na companhia do irmão 1.

Este veio ontem à tarde e cá fica hospedado até domingo à noite.

Sábado de sol, calor e muita conversa divertida.

16h- carrego os três velhotes no carro e vamos ao café da tarde em casa da filha para comemorar o aniversário dela.

Ficamos por lá até sete da noite,voltando a tempo da meditação das 19h30.

Tento me acomodar cedo mas é impossível. Conversa vai, conversa vem e só às 10h é que consigo apagar a luz..