Terça-feira, 10

Hoje não saí andar. Acordei cedo, às 5h, e uma hora mais tarde fui levar a filha ao aeroporto.

Consideremos que já estou guiando meu carro, começando ontem ao levar dona Q ao médico.

A história do aeroporto: a menina viajou a Curitiba para buscar a tia, aquela tia de várias histórias aqui, para refazer a temporada sob nossos cuidados.

O marido da menina começa as atividades de trabalho antes das 5 da manhã, de modo que não tem disponibilidade para os compromissos caseiros, todos eles a cargo da menina, incluindo alguns na minha jurisdição.

Mas temos uma parceria que funciona bem, lá é cá.

Assim sendo, às 7h30 já estava de volta em casa, onde fiz a musculação e acertei umas contas e compras de suplementos de dona F.

Outro assunto: este colirio Nevanac está me maltratando o rosto, com dermatite. Fico com a feição abatida, avermelhada e descascando, devido aos efeitos colaterais.

Antes a reação era de ardência. O médico trocou o remédio mas por uns dias com o compromisso de voltar para este tal Nevanac. A ardência sumiu e começou a alwegia da pele.

Mais alguns dias e fico.luvre dessa desgraça porque o dosagem é 1 frasco para cada olho. Terminou o.produto, acabou a prescrição.

Valham-me Santo Expedito, São Benedito e outros itos.

Segunda-feira, 9

Caminhada de 4km. Tinha prometido iniciar uma corrida bem moderada mas não me animei a tanto. Continuo sentindo fadiga remanescente da virose desses últimos dias.

Também ainda não fiz a musculação caseira porque vim trazer dona E à consulta do oftalmologista.

Estou reassumindo minhas tarefas de motorista uns dias antes do deadline prescrito pelo oculista.

Chove, chove, chove sem parar aqui. Às vezes suave, outras assustadoras. Hoje foi tranquilão.

Encontrei de manhã, na rua, um antigo colega de trabalho, gente fina, gosto muito de conversar com ele pois temos as afinidades de trabalho, origem, esporte de corrida de rua.

O pai dele tem 84 anos e foi meu conhecido da SIX. Nós dois temos origem na SIX e aposentadoria na Replan.

Conversamos sobre a Petros, corridas, filhos, covid-19, sempre a mesma ladainha de aposentados.

Quatro da tarde – sob chuva leve, no consultório.

Cinco da tarde – de volta para casa

Domingo, 8

Visita aos gatos às 8h30 fazendo uma caminhada de 6,5km entre ida e volta.

Fora isso, passei o dia em casa sem outra atividade a não ser a ompanhar pela TV os lamentáveis episódios contra o estado democrático de direito.

Sábado, 7

Vistoria dos gatos às 8h, novamente indo a pé. Aproveitei comprar fermento, leite em pó, leite condensado, chia e amendoim.

Nesse passeio andei 10km e gastei 98 reais.

Agora à tardinha vou novamente ver os gatos e levo dona W junto, desta vez de carro, para ela verificar as plantas. A menina volta amanhã à tarde portanto cuido dos gatos dela enquanto está passeando com.o marido no litoral sul.

Sexta-feira, 6

Treino de musculação às 7h30, om.o treinador, na academia aqui do prédio.

Às 9h, andando, fui até o apartamento da filha para tratar dos gatos. Meio frio, meio ventando, meio chovendo tanto na ida quanto na volta.

Parei no outro apartamento para instalar uma antena interna de TV.

Duas da tarde, geladeira vazia, o verdureiro não apareceu.

Resultado: convenci dona J a ir à quitando. Fui de carro desobedecendo o prazo de 30 dias estabelecido pelo médico. São 22 dias desde a operação. Mas deu tudo certo, fui devagar, é aqui próximo, apenas cinco quadras, nenhum incidente.

Quinta-feira, 5

Andar 6km entre ida e volta para atender os gatos da menina. Ela viajou com o marido. Uma vizinha vai atendê-los uma vez ao dia mas me ofereci para ir também.

Como não estou autorizado a usar o carro, fui andando. Na volta, passei no outro apartamento para espiar as plantas e verificar se a chuva não causou nenhum dano.

Estava tudo em ordem. Terminado o passeio, acomodo-me em casa com.os livros, internet e TV.

A chuva não dá descanso. Para mim não faz diferença, vai tudo bem, obrigado.