Quinta-feira, 11

Acordar às 5h, fazer o Zazen com o pessoal da casa.

Rodagem normal, em experiência da panturrilha direita. Fiz 6km entre andar e trotar, nada de complicação, mas o edema continua, o derrame no calcâneo direito continua, as dores fortes na tíbia e sóleo continuam quando tocados.

Chegou o livro comprado na Estante Virtual. Miudinho mas interessante “Relatos de um peregrino russo”.

Falecimento: Conceição do Castro Kantor, esposa do primo Zeco. Nunca vi, nunca nos procuraram.

Carajás: apartamento com mancha e vazamento na parede do quarto, danificando a pintura, vindo do apartamento de cima. Assunto para resolver com o síndico.

Internamente, vaso sanitário entupido. Chuchei o que pude, com dois desentupidores e zero de progresso. O zelador sugeriu um encanador. Deixei de lado a proposta, vou tentar desmontar o equipamento antes de contratar mais um malandro.

A filha voltou a passar o dia aqui. O bebê amolado, gripe em andamento, gengiva inflamada anunciando nascimento de mais dentes. Atendi da melhor forma, até 6 da tarde.

Despachadas, voltei ao apartamento 03 levando ferramentas. Desmontei o vaso, encontrei a obstrução, parecendo terra ou borra de café, sem cheiro. Desobstruí, montei, testei. Nota 10 de funcionamento. Mandei as fotos para a filha e dona M por mais uma treta resolvida de moto próprio.

Molhei as plantas, removi o lixo, tudo em ordem.

Meditação, jantar a sobra de dias, descarte de tudo de velho que tinha na geladeira. Ficou um monte de louça para o dia seguinte.

A saga do inventário continua, com as primas parnanguaras se batendo para resolver suas pendências.

Os outros herdeiros aborrecidos, para não dizer putos da vida, com o herdeiro caloteiro e seu filho mala fazendo de tudo para melar o processo já transitado e com sentença definitiva. Isso porque a parte deles está bloqueada pelo Banco do Brasil, cobrando dívidas antigas.

Antigas de 50 anos, dos quais uma parte seria minha, pelo empréstimo que fiz a esses malandros caloteiros que jamais me devolveram o valor que lhes cedi.

Quarta-feira, 10

Amanheceu frio. Consulta no dentista às 8h e ele chegou às 8h40.

Pelo menos avisou do atraso.

Sala de espera com o velhote resmungão, reclamando de tudo. Parei de dar importância quando começou a falar mal da empresa, acusando dirigentes de manipular contratos.

Dentista: avisei da perda da perereca e reduzi a importância disso. No RX ele definiu que é possível reativar os implantes frouxos, marcando para o dia 13 de janeiro às 8h, com o tradicional antibiótico e sinalizando nova conta a ser paga. Não tem fim essa desgraça.

Em casa dediquei-me ao longo texto de 8 partes para revisão. À tarde, finalizei, com um dia antes do prazo.

Conversas várias por WhatsApp familiar e os desdobramentos do inventário que não tem fim. A cada passo, um xarope, um contratempo, uma recusa. Um saco sem fim. Dinheiro zero.

Dia de pagamentos, acertei todas as contas.

Fim da tarde, musculação para dissipar o cansaço mental.

Reinício da meditação, pulando a doméstica. Fiquei com o Grupo PoA às 19h30.

Terça-feira, 9

Ontem foi um dia agitado, com muitas atividades. O ano está findando e não tive descanso um dia sequer.

Hoje preparei-me para retomar minha rotina de treinos, leituras, meditação, TV, lavar roupa, limpar a casa, deixar tudo arrumado.

A filha resolveu vir com o bebê ao meio-dia. Precisei comprar almoço, ruim por sinal, a 50 reais duas caixas, não desceu legal, desperdicei e acabou indo quase tudo fora.

Choveu o tempo todo durante o dia. Saí de carro às 15h para comprar água de coco para o bebê reinando, gripada, febril, amolada.

Preparei a refeição de todos, juntando uma louça sem fim. Foram embora às 6 e meia da tarde.

Recomecei a meditação e depois ainda dei uma revisada rápida nos textos que prometi entregar até sexta-feira.

Esqueci o aniversário da sobrinha-afilhada. Não dei grande importância pois também pouco se importam comigo e com os “meus”.

Segunda-feira, 8

Levar dona M ao aeroporto, comprar areia do gato, receber a medicação da Farmácia Popular.

13h – no apartamento 03 fazer a limpeza da área externa e aguar as folhagens.

16h – começou o trabalho: levar a neta ao PS pediátrico, até 17h30.

Comprar pizza de caixinha, fome e sem ânimo para refeição correta.

Quero mesmo é descansar, assistir um pouco de TV e ler antes de dormir.

Não deu tempo de fazer o treino, mesmo porque estava sem vontade.

Amanhã, terça-feira, reorganizo minha rotina

Domingo,7

Mais fumaça, mais gente, pior a comida.

Não via a hora de terminar o dia, com a promessa de vir embora.

Saída,às 17h, despejou água, trânsito pesado até alcançar a rodovia principal.

Chegada em casa às 21h, exausto, querendo apenas banho e cama.

Mas perdi a prótese perereca. E três dias sem exercícios nem leitura.

Sexta-feira, 5

Viagem para Monteiro para passar o fim de semana com os malucos Moreiras.

Compras para contribuir: 370 reais na Frutaria.

Viagem tranquila, de 3 horas, bebê comportado até faltar meia hora.

Chorando, com febre, a avó resmungando, chegada normal.

Guardei a bagagem. O genro chegou às 18h e preparou o lanche.

Dormi mais ou menos: silêncio e escuridão da mais, choro do bebê, ronco dos adultos.

Terça, quarta – 2 e 3

Dia 2 – acordar às 5h para viajar às 9h, em retorno para casa após 34 dias nos EUA.

Dia de aniversário de casamento, 48 anos completados. Uma vida e tanto, cheia de altos e baixos de humor, financeiros, altos e baixos financeiros, de saúde, tudo que pode acontecer a qualquer ser humano.

Viagem tranquila, sem incidentes, sem turbulências, pontual. O mais chato é esperar a entrega de bagagem, quase uma hora inteira de demoção.

O genro, paciente, foi nos buscar, ajudar a carregar as malas, esperrou a entrega da chave, e finalmente entramos em casa às 21h.

Fazendo as contas, gasta-se 16 horas, um dia inteiro nesse assunto.

Fiquei só com a refeição do avião e tratei de me acomodar cedo.

A “noiva”, trombuda não sei com o quê, dormiu no sofá, alegando dores.

Custei a dormir, a gata estava sem sossego, intrigada com a mudança no ambiente.

Acordei às 4h e tratei de começar o dia.

Dia 3 – sair cedo e buscar o carro, fazer o Pix da neta em aniversário de 2 anos hoje.

8h30 – no cartório, para regularizar as assinaturas do inventário. Cheguei pontual mas esqueci o celular em casa.

Tive que voltar e dona M “derrubou a tromba” de novo.

9h15 – assunto resolvido, fa,endo ouvidos moucos aos resmungou, o assunto morreu ali.

Descanso em casa; finalmente, terminei um texto e fiz um mate sossegado.

Almoço improvisado, sem vontade e às 4 da tarde ir visita a neta.

Agora foi a vez de dona M esquecer um pacote que pretendia levar.

Nada como esperar no seu tempo. Mas não fiz nenhum comentário sobre isso.

Café da tarde, todos os avós agradando a neta, uma reunião até 8 da noite.

Sem sono mas cansado, li um pouco e me acomodei para dormir agitado e esperando a quinta-feira para ver se tenho um dia de sossego.