
Sossego



Antônio e Cleópatra, capítulo 1, verso 3.


Fachada de nosso endereço

Dias nublados, abafados, com vento.
Deixei as duas novamente na Feira de Natal e fui à meditação para encontrar o pessoal do domingo.
Levei um pacote de bolachas de Natal que dona B fez, para o chá de encerramento.
Cumprimentei meus amigos de longa data – 22 anos de convivência no zen-budismo – e volto para o mate e sossego do domingo.
Bom domingo, pessoas!
Dia quieto, a maior parte do tempo em casa.
Fiz algumas compras de manhã.
Ao meio-dia, buscar o irmão na rodoviária, vindo de SP para a visita final do ano.
Almoço festivo em casa, descanso breve, saída às 15h30 deixando as irmãs na feira de Natal na praça central e nós à meditação, das 16h às 18h.
Terminado o zazen, deixei o irmão na rodoviária novamente, de volta para Perdizes.
Em casa, mate, filme, conversas variadas, descansar.
Estou há 10 dias sem correr. Já ganhei quase dois quilos de peso.

Agora são 10h30 e estou na clínica aguardando minha vez. É a quarta sessão. Interromperemos hoje para aguardar o desfecho de até no dia 31, se conseguir fazer a prova.
Sessão normal, com várias espetadas de agulha – dry neeling – e tens (choques elétricos)
Uma hora e meia e 340 reais após, saio andando devagar, cheio de dores. É normal, só sumirão no outro dia.
Desço até o centro para imprimir o balancete da Associação por R$ 0,50.
Chego em casa passado do meio-dia, mas ainda tomo um mate Legendária.
Às 14h vou à academia e faço o treino de musculação, com muitas pontes, pranchas, alongamentos e pesos.
Em casa após uma hora e meia de exercícios, o sagrado chá-mate com leite e açúcar.
Descanso, escrevo, acerto meus investimentos – em dezembro pagam-nos no dia 20 – leio e aguardo a chegada do genro para encontrar a esposa conosco e levá-la para a casa da família dele.
Agora, antes das 21h, concluo este relato e vou ler “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley) até o sono chegar.
Boa noite pessoal. O Natal está chegando. Boas Festas a todos, na companhia de seus familiares.