Quinta-feira, 25

Às 9h no Cartório da Vila Isabel, e deu tudo certo. Atendimento cordial e eficiente, tudo inverso ao de ontem.

Após uma hora de preenchimento e 114 reais cobrados, voltando com dona G para casa e documento no bolso.

Agora, 3 da tarde, trouxe o irmão 2, que permanece no carro, em frente do cartório, para ser atendido lá mesmo.

Deu tudo certo. O notário, educado e paciente, colheu as assinaturas (na verdade uns rabiscos porque o tremor das mãos o impede de escrever) mas valeu a intenção.

O processo durou uma hora e pouco mas o passageiro ficou pacientemente sentado dentro do carro e assim tivemos mais uma procuração concluída.

Trouxe-o de volta para casa, conferiu detalhadamente os documentos e pediu meus dados para devolver o pagamento que fiz lá.

Retornei para casa às 5 da tarde, parando para abastecer 42 litros a 6,30 cada e lá se foram 256 reais.

Cheguei a tempo de fazer a musculação caseira, nutrir o corpo e, agora, nutrir a mente na meditação diária.

Boa noite, pessoal.

Quarta-feira, 24

Treino de rua feito às 6h40 nessa manhã fria e nublada. Rodagem forte em 35 minutos.

Fui bem cedo para estar livre às 9h no compromisso de levar a 02 buscar uma encomenda de loja e fazer compras de supermercado.

Às 10h30, novo encontro com irmãos referente ao inventário. Reunião até 12h30.

Na sequência,  pegar o busão até a Igreja do Portão e encontrar o cartório,  no qual estou na fila desde duas da tarde. Tomara que me atendam, estou cansado de ficar em pé.

Três da tarde: convidado a entrar, sentar-se e continuar a espera.

Três e meia: explico o que preciso. A atendente pede certidão de óbitos da tia, do meu pai, dos meus avós.

Explico três, quatro vezes que só quero nomear o irmão para meu representante, quero fazer a procuração apenas.

Não adianta. A mocinha insiste em não entender: o inventário está pronto, só quero nomear um procurador. Perdi tempo, perdi a paciência, liguei para a advogada, desisti.

Toca andar um trecho enorme devido às obras do Expresso. Finalmente embarco e vou para casa.

O lance é inventar outra atividade para esquecer esse contratempo. Subo na escada e troco as luminárias que as duas compraram e buscamos de manhã.

Meia hora pendurado no teto, faço funcionar e as lâmpadas acendem.

Terça-feira, 23

Treino de hoje: 5km intervalados no Parque São Lourenço às 9h, levando as duas comigo.

Treino forte e proveitoso, sob um calor daqueles fortes também.

Voltei encaroçado pelo ataque dos pernilongos. Só percebi ao terminar porque são daqueles minúsculos.

Puxei conversa com um véinho de camiseta de corrida. Batemos um papo legal de generalidades mas foi bem agradável. Sempre faço isso com pessoas mais velhas que eu. Geralmente solitárias, estão ávidas por alguém que lhes dê atenção.

Para retornar ao centro é uma volta bem complicada, não reconheço bem alguns lugares e acabo demorando mais da conta. Nada sério, tudo certo.

À tarde fui atender o chamado do irmão 2 às voltas com preenchimento de documentos, que não consegue digitar devido às limitações físicas.

Ajudei-o sem dificuldade, agradeceu-me.

Parei no centro para comprar pão d’água, chineque e pão de minuto. Matei a vontade, lembrando sabores antigos.

Domingo, 21

Comecei bem meu dia respondendo várias mensagens. Belo dia de sol e temperatura agradável.

Dona Q e irmã foram andar no Passeio e eu preferi tomar mate com irmãos 4 e 5.

Daqui a pouco farei mais uma visita ao irmão 2, onde me reunirei com os outros também.

Ficarei mais uns três ou quatro dias por aqui. A intenção é retornar em meados de dezembro para buscar a 02 e aproveitar para mais uma ida a Sam e tratar dos assuntos pendentes de dois imóveis com o novo advogado Antônio Z e Lisa.

Para isso hospedo-me no hotel por dois ou três dias e atualizamos as visitas para antigos amigos.

Noely insiste cordialmente em nos oferecer hospedagem mas tanto eu quanto dona R preferimos a privacidade do hotel. Há excelentes opções na cidade.

Sábado, 20

Um dia muito ativo. Começou cedo, acordando às 6h e saindo às 8h, levando dona Z e os irmãos 4 e 5.

Viagem tranquila até aparecer Campo Largo e um congestionamento monstro de quilômetros devido obras na pista. Ficamos duas horas para rodar 20km e atrasar duas horas a viagem. Consegui chegar em Sam ao meio-dia.

A feira já estava encerrando. Deu tempo de comprar feijão preto e pêssegos. Nem na igreja consegui entrar para não atrasar o compromisso das 13h.

Almoço rápido num restaurante japonês onde encontrei e aproveitei para cumprimentar Vânia.

Reunião às 14h na rua Dona Estefânia num prédio chique mas com resultado inútil porque o advogado filho de Nercirde não apareceu pela segunda vez conforme prometido.

Aguardamos até três e meia. O pai dele apareceu com explicações sem nos convencer.

Terminada a reunião, aceitamos o convite para café em casa de Noely.

De lá, volta para Curitiba saindo às 5 e chegando às 7h, sem incidentes.