Janeiro, 3

Andanças fortes hoje. De casa até o fim da 24 de maio, em três etapas, à procura de peças de reposição para consertar a parte elétrica do fogão da 02.

Só andei e nada consegui. O fogão é tão velho que não aparece mais nos catálogos do fabricante.

À tarde resolvi comprar o livro “Me roubaram uns dias contados “, de Rodrigo de Souza Leão.

Descobri num sebo da rua Francisco Nunes, nos confins do Prado Velho. Fui de busão do Círculo Militar até o Teatro do Paiol. E aí não achava o raio da rua.

Pergunta daqui e dali, consulta no Google Maps que me dava uma direção estranha, finalmente achei o endereço depois de caminhar um tempão.

Esta rua eu reconheci do antigo trajeto da Maratona de Curitiba, de saudosa memória.

Voltei de busão, encharcado de suor. Mas valeu a pena por 45 reais um exemplar novo.

Hoje não visitei os brothers.

Tinha combinado de levá-los à tradicional visita ao cemitério e à capelinha de N.S.de Schoenstatt.

Mas o irmão 2 não estava bem e preferiu descansar. Esses dias todos de festas e visitas o deixam ansioso e exausto.

Fica para outro dia e assim vou ficando por aqui mais tempo do que imaginei.

2022, 1o.de janeiro

Ano novo, vida nova.

Comecei com uma caminhada de 3km pelo centro da cidade, seguido de um mate em casa do irmão 2.

Almoço caseiro, descanso à tarde, zero compromisso.

Feliz ano novo a todos os meus amigos e leitores. Que 2022 seja um ano de saúde, prosperidade, harmonia e fortuna.

Sexta-feira, 31

Treino ótimo de 6km às 8h com tempo frio e muita umidade do temporal de ontem à tarde.

Rodei pelo Centro Cívico e Bosque do Papa conferindo meus lugares preferidos.

A partir das três da tarde iremos ao irmão 2, ficando por lá até 7 da noite.

Quinta-feira, 30

Passeio andando pelo centro velho. Há tempos não ia a pé até as praças Zacarias e Carlos Gomes Encontrei uma loja de livros usados chamada Líder 3 na Marechal Floriano.

Comprei O Esquizoide, de Rodrigo de Souza Leão, que procurava há tempos.

Passeei pela Muricy, André de Barros, Igreja do Bom Jesus, de boas lembranças antigas.

Uma das quadras da Muricy é tradicional de produtos de tapeçaria.

Aproveitei para comprar dois tapetes de ioga, 80 reais, a pedido de dona Z e irmã.

Saí com aquele pacote no lombo e voltei para casa, antes parando no açougue costumeiro da 02.

Pedi filé mignon porque as duas já apresentam dificuldade de mastigação com tantas intervenções ao longo dos anos.

Só que não tinha. O recursos foi comprar iscas de fígado, na verdade importante para suprir a anemia delas.

Coloquei 10 reais na caixinha dos funcionários e fui ovacionado. A caixa gritou “caixinhaaaaaaa!” e os atendentes completaram “vivaaaaaaaa!”

Cheguei em casa mas elas tinham saído. Deixei os pacotes na portaria e segui para a casa dos brothers novamente.

Um chimarrão no capricho e conversa animada até meio-dia. Voltei de busão, almocei e logo saí, indo ao supermercado para comprar água de coco, chá Matte Leão e coca-cola para a reunião de amanhã à tarde no irmão 2.

Resolvi apostar novamente na torta de requeijão pois o irmão 2 gostou muito.

Deixei as compras em casa e fui ao irmão 2, desta vez de carro, devido ao temporal que desabou na hora em que saía.

Passei a tarde com ele ajudando-o nas contas e pagamentos no computador. Fiz um mate e, desta vez, ele aceitou três cuiadas.

Voltei às 6 da tarde, a tempo de jantar e fazer a meditação.

Agora vou ler, deitado e tranquilo.

Quarta-feira, 29

Rodagem moderada de 8,5km começando no Passeio, continuando pelo Bosque do Papa até perto do Condor e retornando na subida da Lustoza.

Parei na Lidifarma, retirei o floral, paguei 25 reais e voltei andando até em casa.

Uma parada rápida em frente duma das inúmeras lojas de móveis usados para fotografar a gatinha na cadeira.

Todo dia que por ali passo ela está dormindo na cadeira na frente da loja.

Tradicional visita ao número 2, às 10h, pós-treino.

Ajudei-o a limpar o computador, eliminando spams e similares.

Levei erva-mate e uma lasca daquela torta de requeijão mencionada no post anterior.

De volta para casa ao meio-dia, hoje não saio mais apesar do dia estar convidativo, com céu azul e temperatura agradável, ao contrário de ontem com chuva e ventos fortes.

Sonho desta noite. Que sonho, mano. Que beleza.

Terça-feira, 28

Dia ótimo de sol. Saí para o Passeio mas só andei. Foram 3km de subida e descida.

Deixei o treino principal para amanhã. Levei as duas à farmácia homeopática para encomendar os Florais de Bach.

Um para espertar a 02 e outro para frear a 01 mas pouco está resolvendo.

De lá ao supermercado da Mariano Torres. Enquanto elas se resolviam, fui no outro lado da rua na Rico Pão comprar torta de requeijão.

Segundo a Tribuna do Paraná é a melhor de Curitiba. Por 1kg custou 43,90

Não gostei. Mais uma que é imitação. Muito doce, pastosa, sabor artificial de baunilha, textura de pudim de pão.

Nem de longe se conpara ao requeijão azedo e de grumos da Techa ou do Yujo.

Mas aí já é querer demais. Vou ter que ir à Sam conferir esta questão.

Duas da tarde: visita diária ao irmão 2.

Encontro-o abatido. Vieram fazer exame de sangue e não conseguiam colher a amostra por baixa pressão. Chamado outro enfermeiro, finalmente espetaram no punho para realizar a coleta.

Vou ficar aqui até as cinco horas, quando irei à casa do número 4 para tomar um mate com os outros três. Hoje estamos todos os cinco aqui.

Conversa animada entre quatro brothers, das 5 às 8h, num reencontro esperado há mais de dois anos.

Vamos tentar trazer o número 2 à casa do número 4 no dia 31 à tarde para uma reunião de fim de ano.