Outubro, 6

Revisão de texto para PontoUrbe – normal, 14 páginas, sem dificuldade, texto já depurado.

Wilson, catador de reciclável, pediu ajuda com PIX e CPF tudo correto, dei-lhe 20 reais.

Reforma do apartamento – falta concluir o piso, faltou material de acabamento, sobrou muito de estrutura. O instalador nem apareceu. Ontem ficou até sete da noite, alegando dificuldade com trânsito para voltar para casa. Correto, sair às 18h para a periferia é perda de tempo. Trabalhou bem, trabalhou sem fazer barulho,trabalhou contente porque não deixei sem almoço nos dois dias.

Reclamei da demora e falta na empresa. Demoraram para responder. Cada vez pior o atendimento comercial.

A neta Lu pediu para passar a tarde aqui. Comprei tudo o que ela gosta. Brincou o tempo todo, não incomodou em nada. Chegou ao meio-dia e foi embora às 7 da noite. Chegou dormindo em casa, exausta de tanto brincar e comer.

Farmácia – comprar AAS para meu uso diário.

Discampe – comprar cacau em pó e mel para as invenções de dona M.

Compras de supermercado para o dia-a-dia, tudo na conta de dona C., nossa hóspede eterna

Outubro, 5 – aniversário de 79 anos do irmão 02, bastante degradado. Mandei-lhe um presente de 120 reais, comprado na Confeitaria Doce Pecado.

Pintor – pagar 400 reais do trabalho no apartamento 03. Serviço chato e retrabalho, pediu-me 300 reais, mandei-lhe 400 para compensar suas idas e vindas e agradecer sua paciência.

Marceneiro Toninho – fui buscar e levar de volta. Fez o orçamento e prometeu entregar os dois armários na próxima semana, ao custo de 1.500 reais. metade agora, metade na entrega. Sempre nos faz um trabalho bom.

Lu – 2 anos e 10 meses, depositei-lhe 500 reais como de costume todo mês. O cofrinho já está beirando 20 mil reais.

Piso novo – bem adiantado, está ficando ótimo. Dona M, como de costume, sempre resmungando com algum detalhe.

Entregador de material – trabalho pesado de carregar aquele peso todo e remover o entulho. Gratifiquei com 70 reais, ficou surpreso, parece que ninguém faz isso. Eu, não. Sempre dou uma gorjeta a quem me serve.

Outubro, 4 – domingo – dia de eleição, fui cedo, passei na frente da turma por ser idoso, votei 13 de cabo a rabo. Levei dona M para a mesma pauta. Às 10h da manhã já tinha resolvido tudo. Domingo cinzento, escuro, frio, chuvoso, tudo prenunciando tempos sombrios. Fiquei na apuração dos votos até o final, 10 e meia da noite.

O guri ligou, como de costume, à tarde. Poucas novidades, plano de trabalho em viagem a Porto Rico dentro de alguns dias, com a cabeça esquentando nessa história de comprar uma casa. Contas complicadas de fazer. É assim mesmo, complicado. Sempre foi.

Outubro, 2 – sábado – não tirei o nariz para fora de casa. Só leitura, TV e descanso.

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