Quarta, 10 – dia de pagar contas, dia de pagar a escritura do novo apartamento. Lá se foram 329 mil reais, divididos em 9 herdeiros, com valores diferentes conforme o grau de parentesco com o espólio.
Deu trabalho. Foram três horas no banco, entre liberações, sistemas, conversas, faciais. A cada três PIXs um novo bloqueio.
Mas, antes dessa treta, estive no dentista para adaptar ou consertar ou verificar ou descartar o raio da prótese de 5 mil reais. Essa desgraça machucou a gengiva, sangrou, inflamou, doeu.
O dentista ficou envergonhado com o trabalho porco do protético. Teve que limar até encaixar direitor sem me machucar. Uma hora inteira de trabalho adicional.
Voltei para casa para levar a 02 ao neurologista, marcado para 10h. Paguei a consulta de 350 reais, sem recibo. Se quiser recibo, custaria 450 reais. Mais um médico distinto, educado e sonegador. Foda-se.
Novos exames e medicamentos no plano. O difícil vai ser que a paciente colabore e aceite. Foda-se também.
Dali para o banco, cheio de velhotes impacientes. A gerente, gentil, fez tudo que pôde para me atender. Lógico, trato todos com educação e sou assim bem tratado. Levei-lhe três latas de coca-cola pelo atendimento atencioso.
A maioria dos velhos ali presentes fica reclamando o tempo todo: do café em cápsula, da pretensa demora, da porta automática, de tudo.
Quinta-feira – 7h no Sabin fazendo exames de rotina. Chuva e frio. Conversa com o marceneiro. Fui à oficina encomendar uns reparos. Ficamos 1 hora contando histórias.
Musculação leve, um pouco de esteira, e não saí mais de casa. Assisti o início da Copa do Mundo de Futebol, um jogo chocho entre Mex e South Africa, baixo nível, juiz brasileiro fazendo a festa dos deboches na internet.
Sexta-feira, hoje. Mais frio e chuva, musculação presencial forte. Vou ficar em casa o dia inteiro.