Sexta-feira, 11

A história de ontem não terminou. Estava contando que fiquei no BB uma hora esperando até ser chamado.

E sair de mãos abanando porque o atendente, apesar da boa vontade, não conseguiu acesso aos dados que eu necessitava.

Saí dali aborrecido, vendo a carreira perdida. Paguei 15 reais de estacionamento e voltei à Receita para contar a desventura. Isto feito mas não conformado, retornei ao TRT para mais uma tentativa.

E aí funcionou. Pois finalmente o gerente entendeu o que eu precisava. Achou o processo – Relação de pagamentos feitos – imprimiu e cobrou 35 reais por duas folhas de papel.

O pior é que, não aceitando cartão de débito – fui obrigado a nova caminhada ao Santander para sacar cinquentão. Não carrego dinheiro comigo.

Meia hora depois volto à Receita e finalmente entrego os documentos que faltavam.

E tudo isso para quê? Para corrigir um lançamento dúbio do nosso prezado advogado curitibano.

Saldo da história : gastei, andei o dia inteiro de carro, perdi meus treinos, imprimi e gastei um monte de papel, cansei.

Contribuição para o mundo : zero.

Funcionários, bancos, atendentes, eu : ninguém produziu nada de útil durante um dia inteiro. Coisas da vida.

Hoje levantei disposto a fazer meu treino direitinho. Comecei me pesando. Zero. Acabou a bateria da balança. Comecei bem o dia.

Fui comprar, paguei 4,50 por uma pastilha. Da loja, saí correndo para fazer o treino de 6km. Tudo certo.

Até que enfim alguma coisa funcionou. A balança também, marcando 75,2kg.

Para não dizer que tirei um dez, um barulho forte no vidro esquerdo do carro, denunciando problema na máquina.

Lá vou eu, antes do mate, levar para conserto. E vão-se 120 reais.

Volto andando mais 2km. E agora mais dois para ir buscar quando pronto.

Mas está tudo bem. Estou vivo e funcionando. Viva!

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