Quase bom. Sentindo-me mais recuperado, mesmo assim estou sossegado em casa.
Fui andar um pouco na rua, aqui perto, até o banco, com pretexto de sacar uma grana para pagar o marceneiro, que avisou estarem prontos nossos novos banquinhos de meditação.
Combinei de ir buscar à tarde, após o almoço no centro, onde levei dona U para distrair. Ela gostou : sempre é bom sair um pouco, ficar livre de louça e arrumações caseiras.
Fomos logo após o mate, um pouquinho antes do meio-dia. O lugar é simples, frequentado pelo tradicional povo do comércio e escritórios. Lá se foram 42 reais, incluindo uma bebida chamada H2O, que experimentei pela primeira vez.
E não gostei : aguada e doce.
Na sequência, compras de supermercado para o aniversário que se aproxima. Tradicionalmente, vêm um que outro irmão, amigos mais próximos, um ou outro filho. Assim, dona E prepara as antigas e repetidas receitas.
Compras feitas, incluindo dois “bigs” potes de doces de amendoim. Não tem jeito : para ficar sem, só não indo lá. Mas vou controlar o consumo pois meu peso ainda está beirando os 75 e preciso voltar a 73,5kg.
Mas isto é assunto para quando voltar aos treinos.
Por enquanto, nem adianta insistir pois minhas refeições estão alteradas, tanto em horário quanto composição e, pior, em volumes.
Ida ao marceneiro : perdi a viagem. Não tinha chegado. Voltei para casa e me acomodei. Já eram 14h e estava meio zonzo do trânsito, barulho, conversa, carregar peso…
Mergulhei nas leituras, descanso, café das três, típicos assuntos de velhos aposentados. Tudo bem, amanhã recomeço com mais ação.