Quinta, 9

Choveu a madrugada inteira. Acordei com o barulho, que me preocupou pois iríamos sair cedo para algumas compras. A estradinha tem barro, buracos e subidas.

Aguardamos até 10h e arriscamos. Mas deu tudo certo, com a mais nova guiando e aprendendo a pilotar fora do conforto do asfalto.

Compras feitas, retorno para o mate e novamente churrasco. O genro agora conheceu pão de alho e picanha.

Gostou de tudo.

À tardinha, caminhada nas trilhas de mato e correria com o guri, o tempo todo ativo.

Jantar simplificado, mas com quentão fumegante. Não é bem quentão, chamamos de crentão pois feito sem álcool mas com suco de uva.

Crianças acomodadas, arrumar a casa.

Agora, volto à leitura de “O amor nos tempos do cólera” , meu livro de cabeceira.

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