Domingo, 16

Comecei cedo o meu dia, acordando às 4h30. Não precisava tanto mas já estava desperto, de modo que fui me organizando. Comecei passando café e vestindo o traje de prova, com chip, frequencímetro, sachês, cinto de hidratação, toda a parafernália que dá suporte. Nem sempre se usa tudo mas não se vai sem isso. O relógio já com a carga completa, número de peito, detalhes importantes. Pensei em levar o celular mas me pareceu excessivo e deixei.

Na primeira xícara, escutei o nenê acordar. Cinco da manhã. Hora de preparar a mamadeira. Ajudo M a erguê-lo da cama e atender durante o preparo. Ele preferiu que eu desse. Bebeu tudo e se acomodou.

Saí às 6h : escuro e frio. Fui andando até o pórtico, trecho de 2,5km em 25 minutos. Encontrei vários conhecidos, entrei na fila da foto cortesia e aguardei a largada às 7h.

Saí controlado, fazendo o 1km em 5’30”. Ótimo. Balizei os outros 13km por esse patamar e fiz uma corrida regular, de olho no relógio, sub 6min cada km, fechando bem em 1h19min22seg, um excelente resultado.

Foram dois sachês e duas garrafinhas de água gelada, suficientes para chegar tranquilo, com BPM em 160 no calor dos metros finais. Terminado, liguei do orelhão para casa, avisando que continuava vivo e inteiro. Conversei ainda com alguns amigos e voltei andando os tais 2,5km. Em casa, com fome, sapequei 4 fatias de pão com aquele queijão amarelo derretido na sanduicheira e café bem quente e bem forte.

Já lavei meus bachêros, organizei meus escritos e mergulhei no texto de revisão para segunda leitura.

Agora, quando o menino se acomoda, vou assistir ao futebol na TV. Em seguida, volto ao texto. É isso. Tudo certo, tudo em paz, tudo funcionando. Sempre. Vamulá…

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