Treino de hoje : sem treino. Troquei a musculação e o trote de 3km pelos trabalhos caseiros, que foram os seguintes : a segunda demão na parede maior, remover as fitas adesivas protetoras, remover uns respingos do chão, lavar e guardar todo o material, passar o aspirador, recolocar as tomadas. Pronta esta parte, tomar um mate, corrigir um texto, almoçar.
Logo que a menina chegou – o guri ficou sob os cuidados nossos das 8 às 13h30 (incluindo passeio de carrinho, limpeza, alimentação, brincar) – começamos a mudança do quarto. Estou com o lombo ardido de : desmontar e montar a cama de casal, trocando de quarto; remover o sofá para a sala; remover o aparelho de TV; desmontar o rack da TV e guardar na garagem;
Mas agora está pronta a modificação que ela queria. São 16h48 (17h48 no Brasil) e elas saíram para comprar uma cadeira nova. Enquanto isso, o nenê dorme e eu aproveito para escrever.
Hoje o calor chegou a 32oC. Amanhã faço um trote de 5km e empurro o treino de sábado para domingo, que serão 15km. Na próxima sexta-feira vamos embora. Minha previsão é voltar em dezembro, preferencialmente no dia 24, ficando assim livre do Natal, presentes, visitas e excessos em geral.
Lembro dos cedros no tempo da igreja velha, na lateral, em frente à casa da professora. Eram árvores gigantes. Lembro também das tábuas de cedro que meu pai usava.
Tenho verdadeira ojeriza de festas juninas. Gostava apenas das danças de quadrilha da A. e dos pacotes de jornal com pinhão cozido.
Cortar o cabelo é sempre um assunto controverso. Há quem goste, há quem deteste. De cortar e do resultado. Acho bonito os “meio caminho”, sem chegar aos ombros.