Terça-feira, 22

Pra lá e pra cá, hoje foi assim. Comecei com o treino de 4km, no plano, alternando 500m x 500m, leve x moderado, passando para 400m, depois 300, aí 200 e finalizando com 100 x 100.

Em casa, já me aprontei para sair às compras, pois faltam alguns ingredientes da ceia.

Fui em quatro lugares. Um, cheio demais, com fila para fora. Desisti.

Nos outros não encontrei o que faltava.

Tornei a sair às três da tarde e, finalmente, zerei a lista de dona Q.

Agora dedico-me a corrigir um longo texto de guri, para apresentar às autoridades do MEC, com o relatório das atividades no exterior.

Tem que estar perfeito para obter a autorização de liberar autorização de trabalho no exterior, com vistas ao próximo ano.

Já terminei e despachei para ele. Agora vou tomar uma chaleirada de chá verde e assistir TV até o horário da meditação.

Segunda-feira, 21

Treino de hoje: 5km de rodagem leve no gramado.

Resolvi ir à pista de atletismo por ser um trecho plano que o exercício pedia e aproveitaria para levar as duas e deixar que andassem sob o sol.

Não deu certo. Na garagem, observei um pneu vazio. É meio enrolado trocar o pneu do Peugeot pois o estepe é fixado externamente embaixo do carro.

Troquei pelo treino na rua e as duas também ficaram ali pela frente do prédio.

Terminado o treino, chamei o borracheiro da esquina, meu parceiro de conversas de qualquer assunto.

Em quinze minutos removeu e consertou a válvula rompida. O pneu não estava furado mas ficou vazio pelo defeito da válvula.

Quarenta reais após, estava já normalizado. O curioso é que este carro com 12 anos e meio nunca teve um pneu furado ou utilizou o estepe.

São 16h e aguardo minha vez na cardiologista. Devido ao calor de 34 graus, resolvi usar o carro apesar de ser aqui perto.

Não há vagas no estacionamento da clínica. Tive que fazer umas voltas aqui perto até achar um canto e parar.

Atendido pontualmente, medida a pressão e considerada normal, fui dispensado com a recomendação de continuar com os mesmos medicamentos e voltar daqui a seis meses.

Se eu estiver vivo, voltarei.

Sábado, 19

Hoje o guri embarcou de volta à pátria amada. Começou com uma viagem de trem de manhã cedo e, neste momento, deve estar já voando de Frankfurt para São Paulo.

Rodei 7km às 7h da manhã, na rua, levemente, num excelente treino. Voltei cansado mas feliz.

Meu treinador mandou o comprovante do treino dele hoje: de mountain bike, fez um trecho de 100km em sete horas e meia. Sujeito valente, enfrenta cada parada que vou te contar…

Sexta-feira, 18

Atividades: correr 4km com subidas. Mesmo indo cedo, às 8h30, já foi bem sofrido. Estou destreinado para subidas e senti bastante.

Mas concluí satisfatoriamente. Voltei para casa pensando em não sair mais durante o dia.

Basta pensar numa coisa que acontece outra. Ligou-me o dentista pedindo para ir ao consultório assinar umas guias esquecidas.

Aprontei-me às 10h e fiz o plano de passar na volta na farmácia para tomar a segunda dose de B12.

Assinei as tais guias, na verdade apenas rabisquei aquelas linhas miúdas com a rubrica, uma tolice total mas exigida pelo plano de saúde.

Na farmácia não concordaram em aplicar porque a receita prescreve ” a cada dois meses” e a anterior tinha sido no dia 23 de outubro.

Logo, somente é permitida a próxima no dia 23 de dezembro. Parece piada mas não é.

Dia de intenso calor e chuvas assustadoras.

Meditação à tarde. Ligação para os brothers. Revisões em andamento. Das sete falta só uma. Amanhã termino.

Interrompi as revisões para acompanhar dona O e sua irmã no jogo de dominó, tomando chá verde para espantar o sono.

A irmã, letárgica, esquece a vez de jogar, erra os números, esquece de “comprar” as pedras, olha para o vazio.