Segunda-feira, 14

O irmão 1 está em Lima, no Peru, em missão acadêmica.

Hoje pulei cedo, disposto a retomar os treinos de rua. Foi tudo certo, fazendo o treino A da planilha: 20.minutos andando, três vezes 9 minutos leves x 1 minuto forte e encerrando com 10 minutos de corrida leve.

Ainda de manhã fui à loja de material de construção e comprei ralos novos, interruptores, tomadas de 3 pinos para substituir no imóvel recém-adquirido. Gastei 555 reais divifidod em 6 vezes.no cartão de crédito.

À tarde montei tudo cuidadosamente. Tudo funcionou direito.

Domingo, 13

Dia de intenso calor logo cedo. Às 10h vou à Associação. Aparece apenas um sujeito e fazemos a meditação ouvindo o estrondo da passeata desses malucos que reclamam das eleições.

Agora é só sossego até amanhã.

Hoje é aniversário de 50 anos da sobrinha mais velha. Dou-lhe um telefonema e um PIX de 200 reais.

O pix deve ter agradado mais.

Sábado, 12

Dia de recomeçar os treinos de rua depois de duas semanas sem atividade aeróbia.

Foram 8km com um trechinho andando antes e depois.

Um pouco de descanso à tarde, seguindo para a meditação das 16h em nossa Associação.

Terminada às 17h30, começo a via-sacra nas farmácias à procura de um medicamento de uso continuo de dona G.

Sempre rola um stress porque é difícil de encontrar. Por ser de alto valor – 630 reais a caixa com 30 comprimidos para uso de 1 por dia – nenhuma rede mantém no estoque.

A desculpa mais usada é “o laboratório descontinuou a produção.

A receita é para duas caixas. Uma ou outra farmácia tem só um frasco. Não aceitam mandar de uma para outra “porque o sistema, porque o controle, porque não sei o quê…

O recurso é comprar uma só. Verifico a validade “fevereiro/23” mas não aceito, está praticamente vencido.

Encontro outro para maio/23 e o jeito é comprar esse. Vou pechinchando até aparecer o desconto do fabricante, dá farmácia, do gerente, do Lula, do Bolsonaro, do Satanás.

Preço final: de 646,39 por 465,40

A essa altura já são 18h15 e entro no supermercado para compras básicas. Aqui a encrenca é outra.

O caixa trava numa cliente que reclama do preço. No outro, um sujeito quer pagar usando o relógio por aproximação e a maquinista ignora as sacudida do braço dele. Furioso, abandona as compras.

Minha vez. Os códigos de barra não fazem o plim e o atendente precisa copiar aquele número comprido, um por um.

Finalmente me livro e volto para casa. A fome tem que esperar pois são 19h15 e a meditação começará em instantes.

Nove da noite, jantando de boas.

Sexta-feira, 11

Treino de musculação presencial às 8h30 aqui no prédio, onde inventaram uma academia: uma bicicleta e um “trono” com uns puxadores. É um trambolho cheio de roldana e pesos.

Mas não usamos nada disso. Meu treino é com o peso do corpo, com elásticos e faixas.

Às 10h levo dona S ao apartamento para aguardar o técnico que montará uma pia e outros acessórios.

De lá vou ao apartamento da filha, deixo o carro e pego o outro maior para carregar com ela o restante da mudança dos seus equipamentos do ateliê.

Essa história vai até o meio-dia. Parada para almoço ali perto. Faz quase três anos que deixamos de frequentar restaurantes. Fiquei surpreso com a conta: três bufês livres de comida simples custaram 95 reais.

Passamos a tarde no apartamento. Dona S ocupada com a limpeza dos armários, janelas, piso.

Teve até chimarrão e café. Ocupei-me em consertar os tacos, revisar as tomadas, ajustar os ralos, conferir os chuveiros, fechaduras e lâmpadas.

E vem a chuva forte às 16h. Encerramos o expediente, a menina leva dona F para casa e eu volto a pé, aproveitando a caminhada e uns pingos de chuva.

Cinco da tarde, em casa, um mate para completar bem o dia e curtir o descanso até o outro dia.

Quinta-feira, 10

Dia de fazer alguns pagamentos: treinador, condomínio, consultor financeiro, associação Zen entre outros.

Tudo isso às 5h50 da manhã enquanto esquento a água para o café.

8h30- no apartamento novo onde dona limpa os armários e eu dou um jeito nos ralos travados, refaço uns pontos de rejunte, troco lâmpadas, enumero a lista para troca de tampas de tomadas e interruptores manchados, de dois pinos ou em má condição.

9h- chegada do marceneiro para orçar a reforma dos armários e fazer uns remendos no piso de madeira.

10h- chegada do instalador do filtro de água. Lá se vão 575 reais.

11h- vou à marmoraria, cinco quadras daqui, encomendar a reforma da bancada da pia: recortar um trecho para abrir espaço onde ficará a geladeira.

13h- aguardando a chegada do técnico. Orçamento feito: 580 reais.

Como dizia Jô Soares ” lá vai barão…”

Quarta-feira, 9

Um dia de muitas atividades aqui. Começamos levando dona R ao dentista para reforma dos pinos e troca da arcada. Para isso foram necessárias duas horas na cadeira.

Deixei-lá e fui ao encontro da filha no ateliê para continuar a mudança.

Enchemos o Peugeot e o City até a tampa. Descarregamos no apartamento e fui buscar dona R, voltamos para almoço.

À tarde, nova remessa da mudança com o material mais pesado. Trabalhamos até 5 da tarde.

Terça-feira, 8

Acordei cedo, às 5h50. Fiz café, tratei da gata, encerrei o “desmonte” das aplicações financeiras deixando disponível o valor líquido da compra do imóvel para encerrar este assunto hoje às 13h30 no Tabelionato.

Dia claro e de sol mas ainda frio. Não vou sair para treino de rua. Quando tenho um assunto importante em andamento não gosto de misturar os assuntos.

Se tudo der certo, amanhã reiniciarei meus exercícios com tranquilidade.

Hoje ao meio-dia despacharemos o guri e ficamos só o casal, cuidando de nossa vida.

Pode parecer cínico mas dona W precisa de um pouco de sossego depois de tantas preocupações, planos, corre-corre, atendimento a irmã.

16h- o guri chegou bem no aeroporto. Tudo certo. Quanto a nós, estivemos co Cartório assinando a escritura e pagando os vendedores. De posse das chaves, rumo ao endereço para as formalidades e começo da limpeza.

Segunda-feira, 7

Caminhada de 6km indo buscar os resultados de laboratório das irmãs.

Um deles, da 01, terá proveito na próxima consulta. O outro vai para o lixo: 02 desistiu da cirurgia de cataratas. Tanto é que resolveu ficar na casa dela.

Para mim foi um alívio: teremos uns dias de sossego por aqui.

Amanhã o guri embarca de volta para seu destino, ao meio-dia, e nós vamos ao cartório assinar a nova escritura.

Aí é só tomar posse do imóvel e começar as pequenas reformas junto com a filha.

Parar nós não paramos, só trocamos de direção.

Fiz compras de polvilho, doce de leite e mais uns agradinhos para ele levar na viagem.