Terça-feira, 29

Dentista às 11h, remover os pontos, cicatrização perfeita, novas orientações simplificando as anteriores, relembrar a próxima cirurgia no dia 13 de maio, mais um orçamento de 3.200 reais para reforma da parte que foi mexida, a partir de 25 de maio.

Consulta marcada no neurologista para o dia 30 de maio às 10h, somente rotina e pegar receita.

Levei uma caixa de chocolates para a secretária, sempre atenciosa e educada.

Encontrei Edilza, nossa antiga colega da AMS, que cuidava do plano de saúde da empresa.

Sempre simpática e educada, relembramos antigas situações.

Segunda-feira, 28

Aniversário de meu filho, com 42 anos. Felicidades e vida longa para ele.

Passou o dia trabalhando, como de costume.

Mandamos chocolates dark de presente.

Chá-de-cadeira no apartamento 03, no aguardo do técnico da Comgas.

Passei a tarde à espera do sujeito até as18h, ele apareceu às 18h30 e foi atendido pelo síndico. Virem-se.

Domingo, 27

Só sossego, zero saídas, zero compromissos, zero trabalho.

Aniversário de 7 anos da sobrinha-neta Estela. Mandei-lhe, como de costume, um presente. E nem assim recebi um agradecimento.

Apesar dessa turma jamais cumprimentar ou lembrar de que “os meus” também existem.

Enfim, assim caminha a humanidade.

Sábado, 26

Continuo com antibiótico, sem treinos, com desinfecção à custa de enxaguatório, escavação, fio dental, sofrimento.

A manhã toda em casa, lendo Júlio Cortazar, em O jogo da amarelinha.

Sair de carro às 14h30, para compras e molhar as plantas do apartamento 03.

O gato Salém no corredor, assustado, deixado para fora, com a porta fechada.

Aviso a dona, mo apartamento ao lado. Recolhe, entra feito um raio.

Em casa retomo a leitura e ouço música barroca, de Scarlatti.

O caso da garagem: ligo para a dona, para a portaria.

Talvez amanhã decifre essa treta quando chegue o porteiro do dia.

A prima se esquiva do combinado, a dona não sabe do que se trata e eu, aqui, me incomodando.

Sexta-feira, 25

Dia de pagamento, uma grana extra em adiantamento do 13o.salário.

Paguei os boletos, apliquei as sobras.

Às 8h na farmácia para comprar Nebacetin e sabonetes Phebo, gasto de 54 reais.

Enquanto isso, dona M faz compras na frutaria, por 360 reais.

Deixar o carro na rua para liberar a garagem.

O resto do dia descansando após o bebê ir para casa. Aqui chegou dormindo, depois almoçou, brincou e foi embora porque o papai chegaria mais cedo.

Quarta-feira, 23

Dormi bem, descansei, acordei disposto para o café.

Levei dona M ao laboratório para exames de rotina.

Na volta, na farmácia lá se vão 365 reais em Curcumex e Listerine. Tudo cada vez mais caro.

Passo o dia recolhido, alimentando-me cuidadosamente devido à cicatrização lenta dos buracos na gengiva.

Arrisquei o zazen das 19h30 e das 20h30. O primeiro deu certo, há tempos não frequentava esse horário porque colava no outro das 20h.

Saudaram-me, conversei, expliquei.

Já o das 20h30 gerou. Esperei até 20h33 e não me “abriram” o link, não sei o que houve.

Desencanei, li, dormi.

Terça-feira, 22

Musculação às 9h, guardar o carro para liberar garagem para a filha e bebê.

Compras no Mini-Extra, mais de 200 reais para artigos corriqueiros.

15h – consulta com a nutricionista

17h – limpeza periodontal, antibiótico 1 hora antes

18h50 – 1 hora e 40 minutos de sofrimento,  8 espetadas de anestesia, raspagem em 3 implantes, 1 extração, costura final.

Cheguei tonto em casa. Várias recomendações do dentista, medicamentos, repouso, higienizado.

Dormi cedo, engoli um jarro de “vitamina” de frutas com leite e me acomodei.