Segunda-feira, 21

Treino de hoje: 5km de rodagem leve no gramado.

Resolvi ir à pista de atletismo por ser um trecho plano que o exercício pedia e aproveitaria para levar as duas e deixar que andassem sob o sol.

Não deu certo. Na garagem, observei um pneu vazio. É meio enrolado trocar o pneu do Peugeot pois o estepe é fixado externamente embaixo do carro.

Troquei pelo treino na rua e as duas também ficaram ali pela frente do prédio.

Terminado o treino, chamei o borracheiro da esquina, meu parceiro de conversas de qualquer assunto.

Em quinze minutos removeu e consertou a válvula rompida. O pneu não estava furado mas ficou vazio pelo defeito da válvula.

Quarenta reais após, estava já normalizado. O curioso é que este carro com 12 anos e meio nunca teve um pneu furado ou utilizou o estepe.

São 16h e aguardo minha vez na cardiologista. Devido ao calor de 34 graus, resolvi usar o carro apesar de ser aqui perto.

Não há vagas no estacionamento da clínica. Tive que fazer umas voltas aqui perto até achar um canto e parar.

Atendido pontualmente, medida a pressão e considerada normal, fui dispensado com a recomendação de continuar com os mesmos medicamentos e voltar daqui a seis meses.

Se eu estiver vivo, voltarei.

Sábado, 19

Hoje o guri embarcou de volta à pátria amada. Começou com uma viagem de trem de manhã cedo e, neste momento, deve estar já voando de Frankfurt para São Paulo.

Rodei 7km às 7h da manhã, na rua, levemente, num excelente treino. Voltei cansado mas feliz.

Meu treinador mandou o comprovante do treino dele hoje: de mountain bike, fez um trecho de 100km em sete horas e meia. Sujeito valente, enfrenta cada parada que vou te contar…

Sexta-feira, 18

Atividades: correr 4km com subidas. Mesmo indo cedo, às 8h30, já foi bem sofrido. Estou destreinado para subidas e senti bastante.

Mas concluí satisfatoriamente. Voltei para casa pensando em não sair mais durante o dia.

Basta pensar numa coisa que acontece outra. Ligou-me o dentista pedindo para ir ao consultório assinar umas guias esquecidas.

Aprontei-me às 10h e fiz o plano de passar na volta na farmácia para tomar a segunda dose de B12.

Assinei as tais guias, na verdade apenas rabisquei aquelas linhas miúdas com a rubrica, uma tolice total mas exigida pelo plano de saúde.

Na farmácia não concordaram em aplicar porque a receita prescreve ” a cada dois meses” e a anterior tinha sido no dia 23 de outubro.

Logo, somente é permitida a próxima no dia 23 de dezembro. Parece piada mas não é.

Dia de intenso calor e chuvas assustadoras.

Meditação à tarde. Ligação para os brothers. Revisões em andamento. Das sete falta só uma. Amanhã termino.

Interrompi as revisões para acompanhar dona O e sua irmã no jogo de dominó, tomando chá verde para espantar o sono.

A irmã, letárgica, esquece a vez de jogar, erra os números, esquece de “comprar” as pedras, olha para o vazio.

Quinta-feira, 17

Treino de hoje: 5km de rodagem leve, no gramado, de manhã, às 8h30.

Treino bom, reconfortante. Pressão após: 11 x 7, a melhor até agora.

Muito trabalho em mais seis artigos longos. Devagarinho vou processando um por um. Foram sete, depois mais seis e agora novamente outros seis num total de 17 dias.

Amanhã liquidarei esta parada.

Estamos esperando, com café na mesa, o retorno da filha e do genro. Os gatos estão aflitos, sentindo a falta dos donos.

Agora há pouco o maior derrubou uma poltrona ao pular em cima e esta caiu sobre um vaso de folhagem espatifando-o.

O estrondo causado pareceu que tinha moído a TV nova.

Dias atrás ele subiu na outra e balançou mas não caiu. Nem ele nem a televisão. Mas foi por pouco.