Treino de hoje: 5km de rodagem leve no gramado.
Resolvi ir à pista de atletismo por ser um trecho plano que o exercício pedia e aproveitaria para levar as duas e deixar que andassem sob o sol.
Não deu certo. Na garagem, observei um pneu vazio. É meio enrolado trocar o pneu do Peugeot pois o estepe é fixado externamente embaixo do carro.
Troquei pelo treino na rua e as duas também ficaram ali pela frente do prédio.
Terminado o treino, chamei o borracheiro da esquina, meu parceiro de conversas de qualquer assunto.
Em quinze minutos removeu e consertou a válvula rompida. O pneu não estava furado mas ficou vazio pelo defeito da válvula.
Quarenta reais após, estava já normalizado. O curioso é que este carro com 12 anos e meio nunca teve um pneu furado ou utilizou o estepe.
São 16h e aguardo minha vez na cardiologista. Devido ao calor de 34 graus, resolvi usar o carro apesar de ser aqui perto.
Não há vagas no estacionamento da clínica. Tive que fazer umas voltas aqui perto até achar um canto e parar.
Atendido pontualmente, medida a pressão e considerada normal, fui dispensado com a recomendação de continuar com os mesmos medicamentos e voltar daqui a seis meses.
Se eu estiver vivo, voltarei.



