Treino de hoje: simulado de prova de 5km ao redor do maior parque da cidade.
Fui meio de má vontade devido ao frio de 18oC, vento e garoa, nada agradável para sair de calção na rua.
Mas compromisso não se discute e às 8h30 lá estava, andando e trotando leve por 10min para aquecer.
O exercício consistia de 4,6km em ritmo médio e 200m finais em sprint, o máximo possível, num total de 4,8km ou uma volta completa.
Foi bem, terminei em 26’30”, um resultado que o treinador elogiou.
Almoço cedo, às 11h30, para levar dona R ao reumatologista às 13h30.
Passou vergonha novamente, com resultados ruins dos exames, evidenciando negligência ou falta de remédios.
É o que sempre acontece, deixando de seguir a recomendação médica e indo atrás desses médicos de internet e suas soluções milaborantes, sempre no intuito de vender suplementos milagrosos.
Resultado: o médico não autorizou tomar a vacina. Com muita boa vontade, prescreveu 40 dias com doses aumentadas e sem interrupção.
Para não ficar ainda mais constrangedor, não pediu novos exames e afirmou que iria confiar em autorizar a vacinação ao fim desses tais 40 dias.
Vou acreditar mais uma vez? Não.
Por mim, lasque-se.
Passei, na volta, no laboratório para retirar os resultados da irmã dela. Esse é outro capítulo da mesma novela.
Ainda tive que me explicar do porquê de estar retirando exames de terceiros. Pois é, de agora em diante não entregarão mais senão para o próprio paciente.
Por que?
Para cumprir a nova legislação de proteção de dados. Muito importante mesmo.
Ao fazer exames o freguês deverá já nomear a pessoa que irá retirar. Mais um gol de placa da burocracia que inferniza a vida do cidadão comum.