Quarta-feira, 21, feriado

Sem treino de rua hoje. Estava marcado mas cancelei. Está frio, com 18oC mas o pior é o incômodo da dor no baixo ventre

Não tenho dúvidas que esta pubalgia é séria e vai me dar trabalho, despesa e perda de treinos.

Marquei um ultrassom para amanhã às 10h. Levarei o resultado ao ortopedista e já me preparo para novas sessões de fisioterapia.

O treinamento desenvolvido pelo atual preparador físico foi excelente mas não aguentei o repuxo.

Fiz tudo como programado mas a velhice cobrou o seu preço. Acho que me entusiasmei e passei do ponto.

Mas nunca é tarde para admitir, para recomeçar.

Vou tratar dessa parada aí e em breve estarei tinindo, com a ajuda de Santo Expedito, o protetor das causas perdidas.

Fiz compras de manhã, carreguei tudo, mas já sofri só de andar.

Não vai ser fácil mas não desisto fácil.

Liguei para o irmão 2, sempre com muito maiores dificuldades, naquele frio da capital piorando sua condição de Parkinson.

Malmente se entende o que ele fala. É complicado e doloroso toda semana ligar mas sei que ele fica esperando pelos nossos contatos.

Entretanto, sempre repito: tudo certo, tudo em paz.

Terça-feira, 20

Já fiz meu treino hoje cedo, às 8h45, na parte externa do Parque. Repeti a atividade de terça passada, com resultado similar.

Foram 4,6km em ritmo médio e 200m finais em ritmo máximo.

Ficou bom com 26’30” e 50″ para 200m.

Mas já uma dorzinha impertinente que não me larga há dias nos músculos abdominais infra.

Estou com medo de ter desenvolvido uma pubeíte, inflamação difícil de curar.

Já padeci de uma dessas

Esse é de hoje

A consulta da cunhada

Esse episódio aconteceu semana passada, na sexta-feira de manhã. Levei as duas irmãs ao Shopping Center D.P. Deixei-as em frente da Clínica, com hora marcada às 10h20.

Fui tomar a segunda dose da vacina em outro lugar, distante meia hora dali, combinando de quem terminasse primeiro avisaria o outro.

Tudo certo. Fiz minha parte e voltei ao encontro delas.

Não estranhei a cara amarrada das duas porque já é normal. Calculei alguma contrariedade ou, pior, algum diagnóstico sombrio.

Na dúvida, fiquei quieto até chegar em casa. Mas não houve oportunidade de questionar o desenrolar da consulta e mostra dos exames até 4 da tarde, ocasião em que levei dona V à Radiologia Odontológica.

Eis o resultado: ressonância magnética do cérebro mostrando alguma perda de eficiência compatível com a idade, marcadores biológicos normais, um que outro levemente alterado mas nada preocupante.

E a cara feia, dona K?

Pois é, contou, a irmã fez questão de levar uma “pastinha” com alguns papéis, que esta não reconheceu mas a dona insistiu em levar porque gosta de carregar tudo com ela.

Tudo bem. E daí?

Ao terminar a consulta, a irmã deposita a tal pasta sobre a mesa e a médica pergunte “ o que isto?” e já vai pegando e abrindo.

Ali estava a requisição para o exame que não fez e a receita do remédio que não quis comprar.

“A senhora tomou o remédio? Sentiu-se bem?”

“Sim, tomei, gostei, me fez bem”.

“Como assim? A receita está aqui ainda?”

Neste momento, percebendo a trapalhada feita, dona H tomou a frente e tentou consertar~, fuzilando a irmã com o olhar:

“Ela está falando do outro remédio que tomava, está terminando e já vai começar este”

Então, vamos acreditar que a médica engoliu a explicação. Tal será que seria tão ingênua. Fez que concordou e despachou as duas.

Já lá fora, a principal explodiu, soltou os cachorros na coitada, toda atrapalhada.

Ouvi a história e ponderei:

É difícil mesmo aguentar esta parada. Com um pouco de calma poderia ter dito para a médica:

– É por essas e outras que a gente está aqui a consultar.

Mas na hora, com esse temperamento forte e grosseiro, é isso que sai de uma boca cheia de rancor. Mais tarde se arrepende e pede desculpas. Mas o estrago já estava feito. E é assim que temos passados os dias.

Segunda-feira, 19

Completei ontem um ano ininterrupto de prática Zen-budista com o grupo Viazen, de Porto Alegre-RS.

De terça a domingo, sempre às 19h30, sentado na posição seiza, em silêncio, meia hora, seguido de leitura e interpretação do Dharma.

Hoje o treino foi bom e forte: às 8h45 começando com 15min de corrida leve e continuando com 4 vezes de 30″ em velocidade forte x 4 vezes de 4’30” levemente.

Terminando com 2km de caminhada e alongamento.

Encerrei a manhã levando os exames de dona W ao médico para avaliação.

Agora é assim, entrega-se o material no consultório e aguarda-se as instruções via WhatsApp.

Domingo, 18

Em casa o tempo todo. Choveu na madrugada mas amanheceu um ótimo dia. Para ficar em casa, claro.

Apenas meditação e um exercício de fortalecimento de 30min.

Agora temos meditação novamente. Ao final sempre temos uma leitura para depois comentar.

Sempre me ofereço para ler, gosto de fazer isso. Já nos comentários posteriores costumo ficar em silêncio.

Sábado, 17

Dia bem atarefado. Saí várias vezes de casa. Começando com ida à farmácia para refazer o Kit pré-vacina de dona B. pois relatei aqui se ela quiser tomar a vacina deverá fazer um tratamento de 40 dias com um coquetel de medicamentos. A médica foi incisiva: vou acreditar que a senhora vai tomar tudo isso, voltará aqui para que lhe forneça a autorização.

Na hora já duvidei porque o conjunto inclui um corticoide que ela deixou de tomar há 6 anos mesmo com toda a insistência dos médicos. A alguns ela mentiu dizendo tomar. A outros negou na cara dura e ouviu poucas e boas.

Passaram-se quatro dias e nada de encomendar os remédios. Fiz-me de desentendido. Hoje, finalmente, pediu para que eu os comprasse.

Fui, peregrinei, esperei um tempão o tal Sistema reconhecer os CPFs, endereços, nomes, o diabo a quatro. Para, no fim, dizer que não havia mais o tal do desconto do principal. Resumindo: custava 500 e saía-me por 300. Agora subiu para 600 e custou-me 410.

Alguns são cobertos pela AMS-Auxílio Farmácia, outro engodo. Funciona, sim. Devolveram-me mês passado 190 reais e aí o Imposto de Renda subiu e pegou 100 de volta. Grandes soluções, pequenas devoluções. Tudo bem, fica por isso mesmo.

Final da história: gastei 850 reais e tenho certeza que uma boa parte vai para o lixo.

Saí para meu treino, que é o remédio para todos os males. Rodei uma hora firme, com tiros, pausas, leves, fortes e moderados.

Almoçamos barreado caseiro. Deu-me uma lombeira daquelas. Ajudei na louça, fui descansar, um sobrinho ligou para perguntar uns lances dos treinos, dos suplementos e que tais.

Saí novamente para comprar peixe porque dona R está com vontade de fazer uma receita árabe, do tempo de seus ancestrais. Lá vou eu, encontro a loja fechada. Passo no supermercado convencional e resolvo as encomendas.

Agora acabei de preencher o formulário do Auxílio Farmácia, redigi o feedback do exercício para o treinador, e escrevo estas linhas para registrar as histórias do dia.

Desejo a todos um ótimo final de semana, aqui com chuva fraca mas que é uma bênção para minha respiração . E ainda terei, daqui a pouco, a meditação para colocar os pensamentos no lugar.

Leiam, comentem, critiquem, apareçam.

Sexta-feira, 16

Um dia bem movimentado. O frio foi embora novamente. Deixei o treino para a tarde porque levei as irmãs ao retorno da consulta e, de lá, fui para a segunda dose da vacina.

Ao terminar, fui buscá-las.

À tarde, sair novamente para buscar resultados e levar dona F fazer a panorâmica.

Deixei-a e fiz o treino de 6km às 5 da tarde. Fui buscar e agora vou descansar.

Quinta-feira, 15

São 10h e estou na Clínica de Radiologia onde trouxe dona Y para uma sacolada de exames.

É um entra e sai sem parar de gente. Marcado para 10h10, já foi chamada.

Antes disso já fiz meu treino às 8h, com rodagem leve e tiros de velocidade. Total de 6km, fortes e cansativos.

Às 16h ainda vamos até outro laboratório para periodontia.

No mais, tudo certo e tudo em paz, para lá e para cá.