Sábado, 15

Treino forte hoje. Não tão cedo porque não saio no frio. Fui às 10h no Parque Taquaral para um simulado de prova de 5km.

A ideia era fazer o trecho rápido como se estivesse disputando. É impossível imaginar uma prova correndo sozinho. O clima é diferente.

Em todo caso, vale o pedido do treinador. E lá fui eu tentar.

Andei 1km, corri leve 500m, para aquecer.

Na pista interna, porque é plana, larga e de saibro, percorri 5km em 27’20”.

Foi um resultado bom. Se fosse real, faria melhor, impulsionado pelo clima festivo e animado.

Terminado o exercício, andei mais 1km e voltei para o mate e almoço.

Ajudei na arrumação da casa e vim descansar. Tudo certo mas com algumas dores no quadril. Vou apostar na compressa de água quente e me acomodar.

Histórias

Die Wollter Schwestern – As irmãs Wollter

Esta é a história das irmãs Wollter, de pais alemães, morando em Samas desde sempre, pelo menos é o que me contaram.

A casa delas ficava na rua Paulino Vaz da Silva, entre as ruas Dr.Paulo Fortes e Eduardo Sprada, em frente a casa de  Dona Nemir.

Mas que história é essa?

É sobre alguns episódios curiosos do comportamento delas.

Começa que uma delas – não sei a qual – serviu muitos anos de “cegonha”, trazendo à luz muitos são-mateuenses, incluindo este que vos escreve.

A marca registrada dos nascimentos era o aviso que ela dava ao erguer o nascituro, sempre com a mesma expressão, misturando os artigos indefinidos como todo alemão faz.

-É um… (pausa dramática) menina!

Ou, conforme o caso,

É uma….menino!

A par dessa  característica, contam os antigos que as duas irmãs viviam às turras. Brigavam em tempo integral.

Não se davam, como dizem no Paraná.

E chegaram ao ponto de, como viviam na mesma casa, ter dois fogões para não ter nenhuma intimidade.

E eram irmãs mas se odiavam, vivendo sob o mesmo teto.

Sexta-feira, 14

Treino de hoje: 6km de rodagem, sendo 1km andar antes e 1km andar após. Já os 4km foram fortes, em 5’30” cada.

E tinha que ser com subidas para sofrer mais ainda. A boa notícia é que as dores não apareceram.

Duas da tarde: saí para compras variadas e parei no primeiro assunto porque esqueci a carteira. Precisei voltar e reiniciar os trajetos.

Fui em três endereços para completar a lista de dona H.

Interrompi para ficar na fisioterapia. Quando sair daqui ainda passarei no supermercado e na farmácia.

Se terminar vivo todas essas tarefas tenho que fazer a musculação caseira.

Só depois disso tudo é que vou me acomodar para ler e assistir TV.

Que Santo Expedito me proteja…

Quinta-feira, 13

Dia gelado. Não foi fácil sair para o treino. Foram 6km mas não fui forte. Receoso de piorar as dores, que aumentam no frio, andei 3km, corri 3km levemente e só.

Dois compromissos à tarde: dentista às 14h, onde finalmente completei as vagas. Agora o sorriso está completo.

De lá, fui para a fisioterapia e fiz a sessão 11. Ajudou bem a sair o incômodo dos quartos e das cadeiras.

Refiz o imposto de renda, que me devolveram por falta de declarar os aluguéis recebidos. A imobiliária mandou para a Receita mas não para mim.

Refiz os cálculos, despachei, aceitaram. Um xarope a menos na minha vida.

Quarta-feira, 12

Hoje pulei cedo para fazer logo meu treino pois seria bloqueada a água para mais uma reforma nas linhas do prédio.

Corri mais 6km fortes, ficando ainda mais dolorido que ontem.

Banho rápido porque a água ia sumir.

Levei as duas à feira orgânica e fui à fisioterapia número 10. Pouco me adiantou, saí de lá com as mesmas dores com que cheguei.

Já perto do meio-dia fui ao supermercado para comprar uma lata de 400g de “Doce de leite com café” marca Viçosa, uma pequena maravilha.

Mas não para mim, comprei-a para a filha 3, de presente, para experimentar. Para as duas daqui de casa comprei o doce tradicional e este novo com café.

Passei no pet shop para comprar os petiscos da gata, minha safada companheira de 17 anos. Quanto mais velha, mais esperta fica.

Agora são 15h20 e aguardo a chegada do treinador para nosso treino presencial de musculação e alongamento.

Terça-feira, 11

Acordei cedo, às 5h45, com a gata miando forte em cima da cama.

Passei café e cuidei dela. Permaneço em jejum porque de manhã não desce nada.

Saímos às 7h em direção à clínica. Ajudei-a a preencher o formulário, paguei a conta, fui convidado a entrar na sala de aplicação do fármaco.

Colaborei a contar a longa história do porquê de fazer este exame. A cara de pavor dela é algo assustador.

Espetaram-lhe o dedo para ver a glicemia, mediram a pressão, continuaram com as perguntas. E eu junto pois a enfermeira achou que eu fosse o marido.

Já sou quase porque cuido de todos os assuntos pessoais. Não que eu queira mas faz parte do convívio.

Levaram-nos para uma sala separada com previsão de aguardar 40 minutos. Aproveitei para informar dona V sobre esses fatos.

Antes dos 40 minutos vieram buscá-la para o exame propriamente dito e eu fui despachado para a sala de espera.

Agora, 9h30, encerrado o exame, saindo mais assustada ainda mas já concluído. Aguardamos o laudo inicial para voltar para casa.

Ainda pretendo fazer meu treino e, à tarde, fazer a sessão 9 de fisioterapia. Um dia bem animado.

Continuando: fui à fisioterapia às 14h, voltei 15h30, saí às 16h e fui fazer o treino na pista de atletismo, finalmente aberta nesses vaivéns de pandemia.

Corri forte por 6km , saí todo dolorido. Após descanso e reposição de carboidratos, ainda tive ânimo para a meditação até 21h.

Segunda-feira, 10

Levei a irmã de dona S à clínica de radiologia para marcar o segundo exame, adiado por medo.

Ontem, ao contar do exame de surpresa que o irmão 1 teve que fazer despertou alguma coisa nela que a fez decidir.

Subitamente comunicou-nos que estava decidida a continuar o tratamento indicado pelo neurologista.

Para não deixar escapar a oportunidade, marquei de levá-la já cedo.

Foi tudo bem: reserva para amanhã, terça-feira às 7h, em jejum.

Vai ser um dia bem movimentado.

Domingo, 9

Dia de piquenique com as irmãs, a filha 3 e o marido dela.

Fomos comemorar o Dia das Mães. A reunião foi até as 15h, horário em que nós voltamos para casa e o casal foi visitar a mãe dele.

Liguei para os irmãos e alguns sobrinhos.

Para terminar, meditação com o grupo do Rio Grande.