São 9h e estou na sala de espera da neurologista, ao trazer a irmã de dona H para a segunda consulta. Está muito frio por aqui. Nada comparável ao lugar de onde vim mas ainda assim está de lascar.
Surpresa mesmo é dona W dizer logo cedo que resolveu tomar a vacina.
Até que enfim resolveu-se. Elogiei a atitude e espero que não seja fogo-de-palha.
O que deve ter pesado na decisão: ver o filho antes que este se mude em definitivo para o exterior, fazer o tratamento dentário (a primeira consulta é daqui a pouco, às 11h) para substituir os pinos balouçantes, a expectativa de viajar ou, ao menos, poder ir aos lugares básicos com mais confiança.
Resta agora fazer o agendamento quando houver vagas. Hoje, por exemplo, não há.
O genro já vacinou-se (38 anos) e a filha vai quinta-feira, tendo 34 anos.
A vacina nos proporciona um pouco de desafogo e esperança pois esta situação de resguardo não tem data para acabar.
Meio-dia: já de volta do dentista, com dona B, dois “desimplantes” e 200 reais pagos pelo serviço de remoção.
Próximos planos: vacinar-se, remover os pontos daqui uma semana, planejar um extenso enxerto na parte inteira superior.


