Reiniciando a fisioterapia, sessão número 11, às 9h, com muitos exercícios fortes. Saí moído.
Antes de lá chegar, apesar do frio, deixei as duas no centro da cidade para irem a uma loja de roupas de senhoras.
Resolveram comprar on-line, foi tudo certo, mas estranharam os tamanhos. Por isso, trataram de ir trocar, no que foram bem sucedidas.
A alegria de dona Y em zanzar duas ou três quadras é igual a de uma criança ao ganhar um presente.
Terminada a sessão, passei buscá-las onde as deixei. A irmã, com cara de velório, entra muda e sai calada. Mas não é de contrariedade e, sim, de apatia ou tristeza ou aquela absoluta falta de alegria que se percebe em pessoas deprimidas.
Estamos fazendo planos para viajar no próximo domingo, para deixá-la em casa e seguimos até SC para ficar uns dias com o guri.
A animação de dona T é imensa mas sua irmã tem a expressão corporal inalterada.
Amanhã é a sessão final com a terapeuta e a sensação da paciente é de alívio, por se ver livre disso tudo.
Coisas da vida, é o que sempre digo.
Agora vou interromper aqui para a sessão de musculação ao ar livre com meu treinador.
Outra novidade: acessei o Plano de Saúde e me cadastrei no sistema de telemedicina e já fiz uma consulta on-line para tirar dúvidas sobre a história do remédio para o trato urinário.
Achei muito bacana o atendimento, com uma jovem médica educada e gentil, me orientando com bastante determinação. Foi uma experiência muito interessante, ficando livre de salas de espera, de estacionamento, de trânsito. Tudo rápido, claro, conciso.