Sexta-feira, 13

Comecei o dia com treino de musculação por vídeo. O treinador mandou uma mensagem ontem às 22h para marcar o horário hoje às 7h15.

Mas e eu vi? Claro que não. Nesse horário já estou acomodado e com.o celular desligado.

Acordei às 7h e só então percebi o aviso. Sem problema. Não como nada mesmo nesse horário,  apenas água e um cafezinho.

Treino intenso até 8h30.

Saí para compras que levarei na mala: uma caixa de máscaras descartáveis 53 reais, 1 frasco de soro fisiológico de 100ml para limpeza dos olhos 13 reais, lâminas de barbear 28 reais, 1 pacote e 500g de café 17 reais, 1kg de amendoim japonês igual os do Cine Guaira 18 reais, 1 caixa de “mariola ” sem açúcar 45 reais.

Costumava sempre levar doce de leite, goiabada cascão, paçoquinha, chocolates mas a menina não aceita mais para não acostumar as crianças. Tudo bem, tudo combinado.

Duas da tarde: deixar dona H no ateliê da menina enquanto vou à sessão de osteopatia 150 reais com direito a retorno na segunda-feira.

Agora, em casa, descanso, janta e meditação.

Quinta-feira, 12

Arrisquei hoje a correr um pouco para observar o comportamento das minhas panturrilhas. As coitadas têm um histórico de lesões, com rompimento de fibras e, consequentemente, posterior cicatrização.

A desgraça é que os “caroços internos” cicatrizados perdem a capacidade de dilatar e contrair e, quando solicitados, reclamam causando dores e sensação de rompimento iminente.

Entonces, hoje foi assim: andei 1,5km e comecei a correr de leve por 2km, alternando com 500m andando e na tentativa de mais 1 ou 2km de trote.

Foi bem até 850m e já surgiram as primeiras beliscadas. Parei aí. Alonguei e voltei andando para casa.

Alongamento caprichado mas pouco adiantou: até agora, 14h, ainda está latejando o lado direito.

Nada bom. Nada bom.

Quarta-feira, 11

Andar 4,5km para testar as panturrilhas. Tudo certo, nada incomodou. De volta para casa, musculação.

Escrevi um texto contando a perda e recuperação do meu e-book Kindle há dois anos.

Vou publicar aqui.

Meu Kindle é bem velhinho. Foi um presente de minha filha em 2014. Companheirão, me acompanha onde for. Certa vez, esqueci-o dentro do avião. Estava acomodado para partir e veio a ordem para troca de aeronave. Mas ele ficou no bolsão à frente.

Percebi o sumiço já desembarcado, sem chance de voltar resgatá-lo. Pedi, naturalmente, no balcão da companhia para que o procurassem.

Várias horas de angústia após, soube que tinha retornado à origem e alguém poderia retirar na agência bastando comprovar a senha de acesso. Essa parte foi fácil: um irmão resolveu a parada.

Mas 500km nos separam e meu Kindle foi para a gaveta à minha espera, que se prolongou um ano durante a pandemia.

Meu irmão teve a ideia de despachá-lo, de Curitiba, por Sedex para outro irmão mais perto, em São Paulo. Como este me visita eventualmente, traria na primeira oportunidade. Que levou mais um ano para acontecer.

Finalmente, apareceu em Campinas cumprindo a promessa.

Kindle, não é?

Não. Distraído, trouxe um HD externo, que voltou com ele nos dias seguintes.

A pandemia recrudesceu, ninguém sai de casa, nem meu Kindle.

Finalmente, seis meses depois me foi devolvido. Cansado, precisou de duas horas para carregar a bateria exausta, mas está funcionando perfeitamente após ficar dois anos e tanto apagado numa gaveta.

Não, não vou trocá-lo por modelo mais novo. Gente velha gosta de conservar seus amigos, sejam eles mais lentos, desbotados ou velhos também.

Terça-feira, 10

Dia de pagar contas. Amanheci ainda com incômodo na panturrilha direita. Alonguei bem e já senti a melhora.

8h30 – participei da sessão de Lian Gong, que há tempos não fazia.

9h30 – musculação indoor, sem dor.

13h30 – ida ao banco sacar dólares.

14h30 – acomodado em casa. Cabeça pesada, coriza. Dá medo de uma gripe ou virose nessas alturas dos planos. Bebendo bastante água e fazendo pouco esforço.

Segunda-feira, 9

De carro durante a manhã toda, indo a três postos de saúde em busca de corrigir dados da carteira de vacinação de dona S.

De novo, dona S tem problema com documentos. Desta vez, gravaram errado o nome dos pais.

Vira e mexe, sou eu quem resolve essas paradas. Próximo do meio-dia finalmente consegui acertar as alterações através do aplicativo do Poupatempo. Agora toda a documentação está completa. No dia da viagem faremos os testes de antígeno e só.

Consegui horário às 15h30 com o osteopata para reorganizar minhas panturrilhas.

O que aconteceu? As dores voltaram: causadas pelo frio de Curitiba, pela interrupção dos treinos de rua devido à viagem e o tempo todo ocupado, pela parada motivada no exame dos órgãos internos, que exigiram dieta e jejum.

Mas o fisioterapeuta coloca tudo no lugar à custa de puxões, bordoadas e apertões. Saí zerado após uma hora de sofrimento.

Amanhã devo descansar e retornar às atividades físicas na quarta-feira. Até lá, pessoal!

Sábado, 7

Frio por aqui. Comecei o dia consertando o apoio de a escrivaninha: desmontar, refazer os furos da parede, trocar buchas e parafusos, remontar.

Tudo certo. Saí para treino externo. Dia gelado, 17 graus. Andei 1km, corri 7km, andei 1km, já sentindo pela enésima vez a tradicional dor na panturrilha direita. Voltei devagar e mancando levemente para dona G não perceber.

Alonguei, deixei correr água bem quente, passei pomada. Zero de melhora.

Descansar, ler, tomar um mate, almoçar pouco.

Levei dona J ao supermercado, fui à farmácia, voltei buscá-la, parei no posto para abastecer pós-viagem: 555km com 37 litros de gasolina, 280 reais.

Dona R queria fazer sonhos assados. Enquanto isso fecho-me no quarto para a meditação como grupo on-line.

Agora, 8h15, sonhos e TV.