“Quando tudo o mais falha, bombardeie os entes queridos com provas de amor.”
De Paul Auster, no livro Desvarios do Brooklin, capítulo Da burrice dos homens.
“Quando tudo o mais falha, bombardeie os entes queridos com provas de amor.”
De Paul Auster, no livro Desvarios do Brooklin, capítulo Da burrice dos homens.

De manhã: andar, levar as duas para outra visita na imobiliária, fazer compras de supermercado.
Na caminhada encontro uma senhora conhecida do parque. Vamos conversando e comentando os sustos, no trânsito mal educado, de quem caminha por exercício.
O corretor de imóveis trouxe-as de volta. A 01 retornou muito entusiasmada e a 02 com a tradicional aparência de nem sim nem não, tanto faz como tanto fez.
Falta a opinião da menina. Amanhã irei com ela dar uma espiada nesse imóvel, apartamento de dois quartos com garagem, a 600m daqui de casa, na mesma rua.
Uma hora de sossego aqui, das 2 às 3h, enquanto o treinador faz os exercícios da 01 e 02.
A 02 com a animação característica de quem está tratando de um canal sem anestesia.
Fim de mês: paguei todas as minhas contas e fiz todos os exercícios de hoje pós-dentista.
Andar 7km e musculação caseira.
15h- reunião com o consultor financeiro com vistas a apresentar o plano de trocar o investimento financeiro por outro imóvel.
Em vinte minutos, tudo resolvido. Resgatei 40% dos títulos, que ficarão à espera da nova escritura.
O corretor de imóveis ligou desaconselhando a indicação do imóvel que tínhamos escolhido. Motivo: documentação irregular.
Vamos caçar outro de amanhã em diante.
Estou vendo aqui sobre minha estante os livros que leio atualmente. Meu costume é ter vários em andamento. No momento são estes:
Troilus e Créssida, de Shakespeare; Desvarios do Brooklin, de Paul Auster; O escândalo dos Wapshots, de John Cheever; Uivo, de Allen Ginsberg; Os argonautas do Pacífico Sul, de Bronislaw Malinowski; A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna.
Gosto de todos eles, misturo tudo e esqueço novamente.
Parece meio confuso e é. Leio um pedaço de cada um, esqueço o que li, recomeço e me divirto assim mesmo
Acordar mais tarde e ficar “devarde”. Nada a fazer enquanto não cicatrizar essa exodontia de ontem.
Dia de muito frio, permaneço quieto em casa, rodeado de meus livros.
Amanhã recomeço de leve minhas atividades.
Vento gelado, frio intenso. Saí às 8h30, rodei 6km muito levemente, até andando um pouco.
Priorizei o alongamento porque o frio me maltrata muito.
Horário no dentista marcado para 15h. Lá vem encrenca…
Filha, mãe e tia saíram às 10h para espiar outro apartamento. Voltaram alvoroçadas. Fico só de olho nas conversas, sem dar palpite. Vamos ver que bicho que dá…
15h- uma extração dolorosa do dente da frente. A dentista arrancou um e montou uma dupla provisória que deve aturar até o fim de setembro.
Depois desta fase será colocado mais um implante. Sofrimento à vista.
Acordei cedo, bem disposto. Saí para andar e correr, fiz 6km leves e voltei bem, apesar do cansaço da viagem de ontem.
Convite para almoço na casa do genro, lá fomos nós às 11h30. Levei-lhes o cuque trazido do Yujo.
Almoço social, divertido, preparado pelo casal.
Retorno para casa às 5 da tarde. Vento gelado contrastando com o calor da manhã.
O clima vai mudar para frio.
Preparação para voltar para casa, 500km à frente. As duas se arrodeiam enquanto já preparei minha bagagem desde ontem.
A 02 agora costuma acordar tarde, perto de 8h. Por mim estaria na estrada há horas.
Saída às 9h40, chegada às 15h10.
Vim em menos tempo porque a parada no meio do caminho foi bem rápida, não mais que dez minutos.
Pouco trânsito e sem sustos, desta vez nenhum maluco na estrada.