Iniciando hoje o treino oficial pós-quarentena de 1 mês da segunda cirurgia e 2 meses da primeira.
O que era para ser uma alegria foi um desastre. Comecei bem, andando 1km.para aquecimento, seguidos de 6 x 2′ de trote x 3′ andando.
Foi tudo bem até o 4o. trecho quando a panturrilha esquerda começou a dar sinais de colapso, aquela dor no meio da batata da perna, velha conhecida ressuscitando os caroços antigos.
Às 11h levei o carro para a revisão de 2 anos. Orçamento de quase 2 mil reais para a revisão chamada “gratuita”, isso porque já tinha contratado e pago as três revisões iniciais quando comprei o carro.
Vai ficar pronto às 18h mas já avisei que não vou sair na chuva para buscá-lo, deixando para o dia seguinte de manhã.
Dito e feito: às 17h desabou água novamente.
Passei a tarde fazendo compressa de gelo e alongamento.
A menina levou as duas ao shopping para escolherem geladeira e fogão para o novo apartamento. Esperta que só, a menina convenceu a mãe a levar a cadeira de rodas para se moverem mais rapidamente.
Se não for assim, é um tormento levar a mãe em lojas pois anda devagarinho e com dificuldade.
Ao fim, voltaram perto das 18h com as compras feitas e pagas pela tia.
Esse foi o combinado: de minha parte paguei o apartamento e a reforma e ela se encarrega dos internos.
Não ficou muito no zero a zero pois gastei, até agora, 340 mil reais e ela fez compras de 4mil.
E pensam que foi fácil? Nada disso. A dificuldade em entender o que está sendo feito e proposto é de tirar a paciência de qualquer um.
Quanto mais se explica, mais ela se atrapalha e repete o que foi dito e combinado. O jeito é falar lentamente e em vocabulário quase infantil.
Situação difícil, sem perspectiva de retorno. A cada dia a senilidade se manifesta mais, deixando dona F mais grosseira e impaciente.