Chegamos às 13h30 sem nenhum incidente. Não parei nem uma vez. Saí às 9h e cheguei às 13h30 tranquilamente e agora já confraternizamos com o filho, tomando um mate e sentindo frio.
Aqui está nublado e úmido mas tudo bem, em boa companhia.
Chegamos às 13h30 sem nenhum incidente. Não parei nem uma vez. Saí às 9h e cheguei às 13h30 tranquilamente e agora já confraternizamos com o filho, tomando um mate e sentindo frio.
Aqui está nublado e úmido mas tudo bem, em boa companhia.
Amanheceu gelado e chovendo levemente aqui. Já organizei minha bagagem e estou na espera de dona H finalizar seus aprontos para poder partir em direção ao Sul do país.
Amanheceu chovendo aqui. Pouco, mas choveu e esfriou.
Fui ao supermercado levando a irmã de dona Z.
Com uma lista na mão, comprou tudo diferente, trazendo o que já havia em casa. Levou outra bronca ao chegar. Eu, não. Só fui de motorista. Agora, a dona da casa é ela e deverá se organizar sozinha.
Mas parece que não vai ser bem assim um sucesso.
O irmão 4 sugeriu uma entrevista com o terapeuta dele, holístico e sensitivo, sem medicações.
Gostaram da ideia, marcaram para amanhã à tarde.
Como não estarei aqui, ela até aceitou a companhia dele para levar, acompanhar, apresentar.
Achei que foi um grande progresso. Este irmão é muito gentil e prestativo. Espero que ela aproveite a oportunidade.
O quadro é sombrio: uma pessoa que esquece detalhes, que repete as perguntas, que confunde números e horários.
Tem um celular pré-pago que a todo instante coloca créditos e não liga nunca para ninguém.
Hoje pedi para ela ligar da rua e a gravação dizia que estava sem crédito.
E agora? Tem ou não tem? Funciona ou não funciona?
As respostas costumeiras: não sei, acho que sim, acho que não, não me lembro, acho que fiz, acho que não fiz.
Amanhã viajamos e ficará sozinha até o início da outra semana. Tomara que Santo Expedito cuide bem dela em nossa ausência.
Passei a manhã toda em casa e fiz o treino de musculação caseira.
Saí agora às 15h, neste dia claro e de sol, muito agradável. Até os incômodos sumiram.
Fui até a Rua XV, andei um trecho, entre no banco, cheguei na Galeria Andrade.
Comprei pudim de aipim para levar aos irmãos 2 e 4, em visita até o fim da tarde.
Tudo sossegado por aqui, sem grandes movimentações.
Passei o dia em visitas aos irmãos. Indo e voltando de carro, como há anos não fazia.
Nada de novo nessa atividade mas fica o registro lembrando de tempos antigos quando vinha e voltava assim.
Comprei 6kg de Legendária para o guri levar para seu novo endereço.
Conversei horas a fio com os três irmãos. Sempre os mesmos assuntos e as mesmas histórias.
Aqui também é muito bom de estar e rever meus lugares de passagem.
Tudo certo, tudo em paz.
Cheguei em C após uma viagem tranquila, sem sustos, confortável no carro novo.
Saí às 9h e cheguei às 15h, com duas paradas rápidas para drenagem.
Não comi nem bebi nada até chegar aqui. Tudo certo, tempo bom, céu claro, calorzinho.
Bati-me um pouco para entrar na cidade pois há uma obra gigante na chegada, com uns desvios que levam a lugares que não conheço.
Com o apoio do Google Maps acertei o caminho e cheguei sem incidentes.


Atividades do dia: caminhada de 3km, levar as duas ao supermercado para compras que levaremos para C, praticar a musculação caseira, ligar para os irmãos, levar dona W para fazer o exame anual da mácula.
Isso foi às 15h30 num consultório longe daqui, na rodovia.
A atendente começa: trouxe o “pedidinho”? preciso de um documentinho, sente aqui um pouquinho, abra bem os olhinhos, encoste o queixinho…
Credo, que mania agora de falar tudo no diminutivo. Menos a conta, bem grande.
Aguentei firme, enquanto escrevia no Instagram respondendo uma saudação de LFMBarros, trocando algumas lembranças de cinquenta anos atrás.