Dentista às 7h, manter o resguardo por mais uma semana. A gengiva está se regenerando lentamente. Voltar na próxima quarta, mesmo horário.
Retorno às atividades no modo calmo.
A novela do novo apartamento continua no impasse “quero, não quero”
Independente dessa indecisão fui ao Itaú para checar informações da conta da 02 e auscultar a possibilidade de drenar um valor significativo a ser incorporado na nova escritura.
Fui à agência de BG para facilitar o estacionamento e perdi a viagem: a agência está fechada com tapumes. Reforma, avisam. Mau sinal.
Voltei ao centro e logo achei uma boa vaga. Bom sinal. Demora normal para ser atendido, visto que não sou cliente.
Uma hora após, enquanto aprecio o vai e vem de velhotes, bengalas, manquitolas, como tem velho nas agências…
Pudera, os jovens usam o aplicativo ou nem têm conta ou dinheiro.
Chegou minha vez, começo uma história comprida mas a jovenzinha já entende rapidamente e me orienta com facilidade.
Em 5 minutos saio, esclarecido e de plano feito: vou ter que carregar as duas até a agência num eventual saque de grande porte.
Assunto para daqui uns dias.
Em casa, já começo o desmonte de minha carteira de investimentos, preparando 40 mil para antecipar um futuro consignado de minha Previdência Privada.
Amanhã faço o primeiro aporte e primeira oferta à imobiliária.
Duas da tarde: descanso, leitura, sossego.
Comecei um livro novo, que chegou hoje.
Chama-se “Amanhã não ousaria nos assassinar”, do jovem escritor francês Joseph Andras, 60 reais, história de um revolucionário argelino nos anos 50.
O título é grande, o livro é pequeno, a história é trágica.