11 e 12 de janeiro

Ontem, 11, domingo, dia de sossego em casa, com muito calor e pouca gente: eu, a muié e a gata. O resto do povo foi para a chácara enfrentar o trânsito, o calor, os pernilongos, a água precária. Gosto é gosto, não se discute mas não se impõe.

Saí às 8h para caminhar, andei 5km, comprei meia dúzia de sachês para o gato, voltei para tomar café. Sim, meus treinos são na maioria em jejum. Não os de força mas os aeróbios.

10h- zazen online, conversa com o mano 01, finalizar os longos textos, almoçar frugalmente e fim de papo.

Assisti vários episódios do thriller Mr.Mercedes, comi uma baciada de pão de queijo, quebrei mais um implante. Foda-se. Semana que vem, na terça-feira, o dentista vai fazer uma reforma geral.

Calor, chuva, temporal, ventania, leitura, beber leite, tomar remédio, jantar corretamente, deitar cedo, dormir logo.

Segunda-feira, dia 12, acordar às 5h, tomar banho, fazer “hora” até as 7 para ir à clínica para o ultrassom do abdômen.

Exame de rotina, beber dois litros de água, aguentar aquele mouse grudento no púbis, querendo me urinar.

Segunda parte do exame “o senhor pode esvaziar a bexiga parao exame final” e lá fico eu um tempão mijando de gota em gota.

Fiz o que pude, a médica jovenzinha disse que estava de acordo, apertou novamente minha pança e me liberou com um envelopão fechado, mas garantindo que estava tudo bem.

Em casa, às 8h, tomar café e levar dona M a uma loja imensa para ver uns raios de uns ventiladores de teto. Agora ela está na fase de ventiladores, luminárias, ar condicionado, essas merdas todas que gastam energia e azem vento, o que ela paradoxalmente detesta.

Viu, não gostou, conversou com o eletricista montador, não comprou nada, ficou na dúvida. Voltamos para casa, de boas, passando no apartamento 3 para o agente de seguros ver a merda do estrago na parede, causado pelo vazamento de água do vizinho de cima.

Como me enche o saco esse zelador, com seus recados de áudio xaroposos. Já deixei uma chave reserva com ele para não me perturbar, mas o infeliz volta e meia manda esses aúdios enrolados de fala fina.

Despachei a treta e vim embora para fazer meu treino de musculação, onde despejo todo meu rancor, o fel, o veneno, a desgraça toda.

Calor, calor, calor. Tomei mate, almocei corretamente, ajudei na arrumação da casa e pah! no sofá a tarde toda.

Fim de papo, zero conversa, vou deitar cedo para amanhã levar dona M às 7h na Clínica, onde fará o procedimento de infiltração no joelho, aquele tal dos 4 mil reais. Lá vai barão…dizia o bordão antigo daquele famoso comediante de duzentos quilos.

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